sábado, 14 de julho de 2012

Músicas que me fazem mexer...e muito#7


Moby - In My Heart


Ouvi esta música a primeira vez num anúncio da nokia, faz já alguns anos, mas desde o primeiro momento que a adorei...

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Ora aqui está uma grande ideia!!

Aqui

Vão lá ver que vale muito a pena, eu já vou fazer a minha encomenda, logo que consiga decidir qual a cor que prefiro, o mais provável é comprar todas, afinal é por uma boa causa!!!

Sugerimos então que dê inicio ao processo...*

Pedófilos e Gatunos: "Pó Caralho"
Fazia a esses gatunos do Optimus Alive (Everything is New) o que esta menina faz a este pedófilo...


*O titulo deste post, foi a merda de resposta que me deram ao meu email, de pedido de reembolso do bilhete, dizia eu, "O que está em causa é o cumprir a lei, a Constituição da República Portuguesa, o direito de reembolso que está ao abrigo do Decreto-Lei n.º 315/95 de 28 de Novembro".  Ignobilidades deste país!

So true...






Por isso, quando se tem a sorte de encontrar o segundo, o melhor a fazer é esquecer o primeiro...

Monas.....

Apetece-me tanto....

Vamos lá marcar o nosso, please....

Eu sou mesmo uma tesa....

Casal divide prémio



A minha forma de ser não me deixa compreender o que é que leva uma pessoa a andar durante 5 anos em tribunal, com o respectivo custo e desgaste, a tentar ficar com algo que não lhe pertence especialmente quando esse algo é tanto que a divisão em duas partes iguais por si só já é mais que suficiente.

Músicas que mexem comigo#17

Florence + Machine  
Never Let Me Go


Esta música é o meu mais recente vicio musical, não me canso de a ouvir em loop, e porque pensava mesmo que amanhã a menina Florence me ia cantar ao ouvido... enfim ainda não vai ser desta!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Tenho medo...

O Mundo está cheio de ignóbeis!
(E eu estou no meio deles.)
Começo a ter medo de me tornar numa, tamanha é a estupidez e a pequenez , que testemunho diariamente.

Preciso de um mergulho no mar urgentemente... comigo resulta sempre!

De tirar a respiração!!!


É o que eu acho da capa da revista W do mês de Agosto, com a belíssima Charlize Theron e o Deus, o bonzão, o meu actor fetiche Michael Fassbender, que contracenam juntos no filme Prometheus de Ridley Scott.


Ás vezes questiono-me...

Eu sou católica, fui educada nessa fé no seio de uma família Minhota e como tal profundamente religiosa, ao longo da vida, distanciei-me um pouco da religião, não por uma crise de Fé mas por não concordar com algumas das posições tomadas pela Igreja, de modo que, hoje em dia sou uma "Católica em auto-gestão", ou seja sigo  a religião Católica mas segundo as minhas regras, os meus termos!! Mas mesmo com as minhas regras, sempre acreditei em Deus, em algo Superior que nos governa, assim como acredito nos Santos, tenho até alguns que sou especialmente devota, e, acima de tudo acredito em Milagres, acredito em que há situações na vida em que não há respostas, não há explicações lógicas e que a única explicação é que foi um Milagre!!!
Mas a minha grande questão em relação a Deus, é qual o critério que ele usa para determinar o grau de sofrimento que devemos passar nesta vida! Como disse eu sou uma pessoa de fé, de muita fé e acredito naquela máxima de "Deus escreve certo por linhas tortas", mas por vezes ao deparar-me com certas situações na vida pergunto-me qual é o critério, porque é que determinadas pessoas têm de passar por vários tormentos e dores ao longo da vida, e outras levam vidas plenas e abençoadas? E essa questão ainda me atormenta mais porque, por norma, quem passa por esses sofrimentos atrozes são pessoas que não o merecem, pessoas do bem, que iluminam as vidas dos que os rodeiam, enquanto há por aí muitos Filhos da Puta, que só prejudicam e lançam o caos e para quem a vida só lhes sorri... E não estou a generalizar, tenho casos concretos de pessoas que me rodeiam, que fazem parte da minha vida que ilustram esse dois exemplos. Esta é uma questão que coloco muitas vezes e queria, melhor quero acreditar, que de facto há uma resposta acertada e justa e que de facto Deus sabe o que está a fazer mas por vezes quando deparada com determinadas situações é-me difícil, mesmo muito difícil de aceitar e, consequentemente de acreditar...

Emprestem-me o vosso discernimento por um minutinho sff...

Há uns tempos, um colega de uma equipa a que pertenço, passou-se completamente e desatou a disparar em todas as direcções apontando o dedo e acusando todos os elementos da equipa de barbaridades que não têm sequer lugar a descrição. Falou o que quis e bem lhe apeteceu, fez acusações graves e insinuações ainda piores. Concluiu dizendo que iria terminar com a sua colaboração pois não estava mais disposto a compactuar com o que se passava. A minha perplexidade no momento foi de tal tamanho que me impediu qualquer reacção e, ao contrário do que é normal em mim, ouvi calada o chorrilho de imbecilidades e acusações ignorantes que iam sendo debitadas. Depois de devidamente assimiladas as ofensas que me foram dirigidas, passei a tratar essa pessoa com o desprezo que, segundo os meus padrões, ela merece. Era-me difícil digerir a presença dele mas, fui aguentando sempre com a consciência de que seria por pouco tempo.  No entanto, o tempo foi passando e os actos desse indivíduo não coincidiam com a sua intenção expressa. Foi permanecendo embora, sem contribuir para a equipa, emprestando apenas a sua imagem e subtraindo-se ao trabalho. E agia para com os colegas como se nada se tivesse passado, metendo-se nas conversas, gargalhando, tentando socializar normalmente. Ora, eu fui educada pela minha avó (se calhar o mal está aí - sou antiquada!) e, se uma pessoa me ofende da forma como a pessoa em questão me ofendeu, eu sou incapaz de agir como se nada fosse. Por estes dias e, por muita insistência da minha parte, o assunto foi abordado e discutido pela equipa. O sujeito revelou então a sua vontade em permanecer. Eu, no que achava ser uma atitude de bom senso, disse que achava que a equipa mereceria um pedido de desculpa, uma vez que foram ditas coisas muito graves e que eu, pessoalmente, me sentia ofendida. E não é que o sujeito teve os "cojones" de me dizer, peremptoriamente, que não pediria desculpa pois achava que não tinha de o fazer! Respondi-lhe na hora que para mim ele tinha morrido e que agradecia que só me dirigisse a palavra para questões relacionadas com a equipa.

E agora adivinhem quem é a cabra insensível?  Terei eu os valores tão invertidos por não querer ter qualquer relação pessoal com uma pessoa que me ofende? Sou eu que estou errada? Alguém que me apoie pois, começo a pôr em dúvida toda a minha formação como pessoa...


(ps: se ninguém me ligar nenhuma serei obrigada a colocar esta problemática à revista Maria, o que poderá produzir sérios efeitos secundários na minha pessoa)

(monissimas abstenham-se, por favor, de comentários que possam identificar a pessoa em questão, incluindo os referentes a meios de locomoção...)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Às vezes tenho nojo!




Tou aqui com os nervos... que partia tudo!
Sim, eu gostava mesmo muito, de ir ao concerto de Florence & The Machine, mas na impossibilidade de tal, só gostava de ser tratada dignamente!
Segundo o que se lê (e entendo) em Diário da República, a promotora do evento deve restituir o dinheiro dos bilhetes, uma vez que houve a substituição do programa.
E para quê pôr um contacto telefónico que não funciona e um email, se no final, se recusam a cumprir a lei?
Eu quero o reembolso! Não façam de nós, aquilos que não somos! Burros...




Sim, eu fui uma das que comprou bilhete para o Alive, apenas para ver a Florence... e que infelizmente cancelou o concerto por motivos de saúde, segundo ela perdeu a voz, e eu perdi 53€, porque a merda de uma promotora de eventos se nega a cumprir a lei. Dá-me nojo, fazerem de nós incultos e "paus mandados"!

Como diz o Nilton:
"Everything is new", paga o que deves!