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sexta-feira, 4 de abril de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
O melhor de acordar com gripe...
...é passar o dia no sofá, enroscada com o meu afilhado, também ele doente, numa constante troca de mimos/batalha de cócegas e ouvir um: " madinha, tu és das pimeiras pessoas que eu mais amo".
Estou com a alma quentinha, quentinha e juro que não é da febre...
terça-feira, 26 de novembro de 2013
marchar, marchar...
Ontem, enquanto eu preparava o lanche para o meu afilhado, ele cantarolava alegremente o hino nacional, na casa de banho... Entre gargalhadas abafadas provocadas pela sua tentativa de pronunciar egrégios, eu lutava, mentalmente, para arranjar uma forma de lhe explicar que não é lá muito patriótico cantar o hino nacional na sanita. Depois, lembrei-me do Mário Soares e, de repente, uma criança de 4 anos a cantar o hino português enquanto faz o seu cocó, transforma-se num Afonso Henriques...
terça-feira, 19 de novembro de 2013
40 semanas
Muito cool esta ideia da fotografa argentina Sophie Starzenski, de fotografar as 40 semanas de gravidez e as mudanças que estas imputam ao corpo feminino. A primeira foto foi tirada ás 4 semanas, a penúltima 4 horas antes do parto e a última com o seu filho Simon ao colo com 8 semanas. Esta mutação do corpo é talvez a faceta mais assustadora e violenta da gravidez, a sequência apresentada por Sophie é reveladora, à medida que vamos vendo as fotos, vamos sentindo o esticar da pele. Depois, bem, depois vem aquele olhar do pequeno Simon e o sorriso de ternura que, desta vez a máquina não conseguiu esconder e, nos faz adivinhar que vale muito a pena...
Roubado daqui.
sábado, 9 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
a arte da guerra, ou como consegui a marmelada...
Eu já fui a mais nova da casa. A menina. Aquela a quem todos traziam uma prenda quando iam para fora, aquela a quem era feita quase todas as vontades (eu disse quase todas, não estejam para aí a pensar: "deves ter pouco mimo deves..."). Não sou mais. A nova geração já tomou o meu lugar. Agora perco para uma pré adolescente arisca e respondona de 10 anos e um piolho eléctrico de 4. Ou não...
Há dias pedi à minha mãe para fazer marmelada, respondeu-me logo que não estava para isso, que dá muito trabalho, que lhe doem os ombros, os ossos, os braços e mais não sei o quê! Ouguei! Não me adiantou de muito... Anteontem a minha sobrinha, a quem a minha mãe está sempre a dizer que está gordinha e que tem de ter cuidado, pediu-lhe para fazer marmelada. Adivinhem o que há hoje lá em casa à minha espera para o lanche??
Há guerras que estão perdidas à partida. Resta-nos a inteligência de fazer os aliados certos. Perdi território, mas ganhei dois soldados, que bem treinados, e/ou subornados/coagidos (um pouco como na imagem) conseguem fazer o trabalho por mim. E eu lá vou, levando a água ao meu moinho (ou a marmelada à boca)...
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Os limites do amor...
Eu adoro os meus sobrinhos. Quando me perguntam o quanto gosto deles, gosto ao ponto de ser viciada neles, de ficar feliz apenas por os ver sorrir, de não haver nada que não faça por eles. Ou achava eu... Acontece que a minha sobrinha é fãzona dos One Direction (sim, esta juventude está perdida! eu aos 12 anos já devorava Led Zepplin) Acontece que tinha bilhetes para ir ver o concerto deles no passado mês de Maio. Acontece que esperou 7 meses por esse concerto e, acontece que, na véspera, o pai dela foi operado de urgência, gorando os seus planos. Ficou muito tristonha, mas encarou a situação como uma mulherzinha, que já é e, em vez de amuar e dramatizar a sua sorte, ajudou a mãe dela naqueles dias um pouco turbulentos. Foi premiada pelo seu bom comportamento e, como forma de recompensa, prometeram-lhe o concerto da Selena Gomez. O tio ofereceu-lhe os bilhetes, sobrou para mim a tarefa de a levar e a acompanhar ao concerto. Ok. Por ela, sou capaz de 2 horas de tortura entre adolescentes histéricas e uma má banda sonora. Ontem, numa animada conversa, e com o entusiasmo do aproximar da data, ela contou-me os seus planos: ir na véspera do concerto para Lisboa e acampar logo de manhã cedo à porta do Campo Pequeno! Olhei estarrecida para ela. Depois do choque passar. Respondi-lhe com a voz mais doce que consegui:
- M. meu amor, luz dos meus olhos. Eu gosto de ti sobre todas as coisas, pede-me para matar ou morrer por ti e fá-lo-ei mas, nunca, jamais, em tempo algum da minha sanidade mental, eu esperarei mais do que 30 minutos à porta de uma sala de espectáculos, tampouco para um concerto de uma pita desenxabida!
Olhou-me com uma faísca nos olhos! Senti a desilusão. Negociamos e acabamos por chegar a acordo com uma passagem pela loja de merchandising dos One Direction.
A desilusão ainda lhe paira no olhar mas, sei que um dia irá agradecer-me.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Voltar a ser criança para voltar a acreditar...
Ontem fui acompanhar um autocarro com 45 crianças rumo a uma aventura numa colónia de férias. O encontro estava marcado para as 9:30, às 9 em ponto já lá estavam todas, sem execepção numa espera ansiosa que não as deixou sequer dormir na noite anterior. A algazarra a bordo era muita. Barulhentos, irrequietos, malandros, mesmo como se querem as crianças. Ainda bem, assim também não houve hipótese a enjoos, a lágrimas de saudade, a arrependimentos de última hora. De entre todos aqueles bichinhos carpinteiros, havia um, particularmente irrequieto, que se destacava pela impaciência. Obrigou-me a sentar a seu lado, para ver se acalmava. Encetamos logo ali uma conversa. Entre o nervosismo e a excitação contou-me que está em pulgas para rever a Elisabete, a namorada que conheceu no ano anterior lá, na mesma colónia. Que está cheio de saudades, que foi difícil passar um ano inteiro sem a ver. Leva-lhe uma prenda: três batons e um coração recortado de cartolina vermelha com um poema escrito por ele. Os olhos brilhavam genuinamente.
Fiquei comovida. Acreditar no amor é preciso. É uma fé que se vai perdendo. À medida que vamos crescendo vamos desacreditando em realidades que nos fizeram muito felizes. O Pai Natal, a imortalidade dos nossos avós, a invencibilidade dos nosso pais, os finais felizes, o amor, outrora verdades incontestáveis, vão-se desfazendo com o contar dos anos, rebentando como bolhas de sabão mesmo em cima do nosso nariz. Mas o João não precisa de saber disso, não para já. Sorri-lhe e desejei que aquele brilho, aquela crença se prolongasse por muitos anos, ou pelo menos, durante os dez dias que vai estar junto da sua Elisabete.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Algum dia seria...
E, eis que a uma semana de completar 4 anos, o meu afilhado ganha a sua primeira "medalha" para a vida. Não foi grave mas, teve direito a ambulância com o tinóni ligado. Daqui a uns anos, aquela carinha de puto reguila, olhar malandro, sorriso sacana e a pequena cicatriz na barbela há-de partir corações. Depois pode sempre romancear, e dizer que foi a salvar uma donzela em apuros, em vez de dizer que foi o gordo da turma que o empurrou...
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Um anjo mais que partiu...
O pequeno Rodrigo morreu hoje...
A mim deixa a lembrança de como a sua historia mobilizou milhares de pessoas para o tentar ajudar...
As Monissimas estiveram lá, não fizeram muito, pois não havia muito a fazer, mas fica a memória de um dia bem passado onde se respirava amor, ajuda, fé e esperança!!
Naquele dia eu decidi dar meu contributo na forma de uma tatuagem, uma coisa minha que desejava fazer e achei que aquele dia tinha tudo a ver com a minha tatuagem e fiz, e assim aquele dia e o Rodrigo serão sempre lembrados por mim...
Mais um anjo que se foi... :(
terça-feira, 7 de maio de 2013
Ontem...
Ontem foi o aniversário do J.P.
Este ano não estive presente, mas hoje a Isa contemplou-me com esta pérola logo pela manhã!!!
O J.P. para mim é muito especial.
É o primogênito da Isa e das moníssimas...
É o afilhado da Miss Smile.
Eu fui a primeira a chegar ao hospital e a pegar nele... acabadinho de sair do "forno"!!!
É o nosso betinho.
É o nosso menino.
É o nosso J.P.
E ter cinco anos é isto...
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Parabéns JP!!!
Chegaste às nossas vidas faz hoje 5 anos, e logo ficamos mais ricas por contar com tua presença. Estás um homenzinho, tens o sorriso inconfundível e inesgotável da tua mãe, és o único homem que assiste às loucas reuniões das Monissimas ouve nossos devaneios e, continua a perguntar todas as vezes que vamos a sua casa se é naquele dia que vamos fazer de novo uma festa do pijama...
Há dois anos atrás um FDP de um vulcão islandês deixou-me presa em Madrid e impediu que fosse à tua festa, mas hoje nada nem ninguém me vai impedir de te dar um abraço bem apertado de parabéns, a ti e à tua fantástica mãe...
Parabéns JP, e obrigada Isa...
quarta-feira, 10 de abril de 2013
A pior madrinha do mundo...
Sempre quis ter um afilhado rapaz. Quando a minha irmã engravidou da primeira criatura, e estava ferozes negociações com o marido por causa dos padrinhos, eu cedi a minha posição contratual, na esperança que a segunda cria fosse do sexo masculino. Assim foi, à segunda veio o rapaz. Mas, achou por bem o destino, castigar-me com um gandulo que não tem descrição. Um ser que alegra e atormenta a minha vida há três anos.
Hoje fui com a mãe dele às compras. Ao chegar chamei-o e dei-lhe uma prenda que lhe tinha comprado. Olhou-me com ar desconfiado. Quando abriu o embrulho soltou imediatamente um:
- Oh "madinha"! és a pior "madinha" do mundo!
- Então pá! a madrinha dá-te uma prenda e é assim que agradeces.
- Roupa não é "penda"! é só roupa, só roupa. O meu "quato" até parece uma loja! Podias dar-me uma mota ou um "kating" isso é que são "pendas"...
Eu mereço...
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Ah! rico Domingo...
Dormir quatro horas, acordar com uma dor de cabeça do tamanho de uma melancia. Levar os sobrinhos ao espectáculo da Disney. Ressacar num pavilhão cheio de crianças. Aturar 90 minutos de estórias melosas onde são todos felizes para sempre (como é que não havemos de ser adultos deprimidos se em crianças só nos vendem estórias cor de rosinha?) para, no fim, perguntar ao A. o que é que gostou mais e levar com a resposta: "foi o intervalo, quando o tractor entrou para arranjar o gelo!"
Para a próxima vais ao stand da New Holland...
domingo, 24 de março de 2013
Monissimas e seus afilhados
Hoje, Domingo de Ramos dia das madrinhas as Monissimas começaram o dia a tomar o pequeno-almoço com os respectivos afilhados, Eu, Miss Smile e MisS juntamente com os homens das nossas vidas o pequeno Rafa, o JP e o A., e claro a pequena C que não sendo afilhada de nenhuma de nós é a nossa mini Monissima. Foi uma reunião bastante confusa e barulhenta mas fica mais um momento de partilha e boas memórias, e em que a pequena C aprendeu uma lição para a vida, pois quando reclamou comigo que o meu afilhado Rafa não lhe prestava atenção pois estava a brincar com os outros meninos e com os carrinhos eu, de imediato lhe disse que ela precisava de saber desde já que os homens quando estão a falar de carros ou de futebol sempre ignoram as mulheres!!
Da esquerda para a direita, a C.; o A, o JP e o Rafa
quarta-feira, 6 de março de 2013
Receita para aqueles dias em que tudo corre mal no trabalho...
1. Desligar o computador.
2. Ir à escola raptar o A.
3. Tirar as obras de arte da parede.
4. Organizar um concurso de cestos:
2. Ir à escola raptar o A.
3. Tirar as obras de arte da parede.
4. Organizar um concurso de cestos:
Balanço do jogo:
- um bibelô partido (bem feiinho por sinal, não vai ser sentida a sua falta);
- uma lesão menor no dedo anelar esquerdo;
- um puto amuado
- mas, sobretudo, a boa disposição reposta.
Amanhã é outro dia...
Amanhã é outro dia...
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Parabéns meu Amor!!!
Hoje o meu pequeno Rafa faz 6 anos!
O meu pequeno homem, o meu pretinho lindo, o único homem que manda no meu coração que consegue me dar a volta., e que me enche de orgulho cada vez mais. Quando me convidaram para ser madrinha dele eu logo soube que iria ter um papel importante na sua vida, mas estava longe de imaginar, que iríamos ser tão ligados um ao outro, ele é o filho que (ainda) não tenho e eu sou uma figura maternal para ele, que além de mim nesse papel tem a minha mãe e também a Mona. Lembro da madrugada em que ele nasceu, uma Segunda-feira véspera de Carnaval em que eu esperava ansiosa receber o telefonema que anunciava o nascimento, logo nesse dia fui vê-lo o hospital, um ratinho pequeno mas já com a pele bem morena, peguei nele e logo um amor imenso nasceu por aquela pequena criatura. Quis o destino que logo cedo na vida a mãe se afastasse dele e assim eu tornei-me figura central em sua vida e na sua educação e hoje em dia temos uma relação muito forte, quase de dependência um do outro. Hoje gostaria de ter passado o dia com ele, ver a festinha dele na escola com os amigos, mas não foi possível, mas logo de noite vou abraça-lo dar-lhe os meus presentes(que ele já sabe o que é, porque segundo ele a prenda da madrinha é sempre roupa fixe) e sim vai ser roupa, com caveiras porque ele adora caveiras, e sapatilhas porque não consigo fazê-lo calçar sapatos e ofereci-me para lhe fazer um bolo de chocolate, que pensava eu era o seu preferido, ao que ele me respondeu que agora o bolo preferido dele era o bolo cor de laranja em forma de cobra que a mamã (mamã é a minha mãe)faz, ou seja é uma torta de cenoura com coco, então o bolo de aniversario dele será uma torta!! E parece que já estou a vê-lo a rir com toda agente de volta dele e a insistir para lhe tirar uma foto para que a Mona e o padrinho o vejam no Facebook! Hoje é dia de festejar e não vejo a hora a de chegar a casa e abraçar o meu amor o meu pretinho lindo!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Obrigada Princesa!!!
Ontem eu tive um dia de merda, um daqueles dias em que uma pessoa acorda de manhã e já sabe por instinto que o dia lhe vai correr mal, que mais valia ficar quieta na cama e esperar que esse dia passe... pois ontem meu dia foi assim, com uma neura descomunal, triste, aborrecida com vontade de gritar e reclamar contra o mundo em geral. Por norma eu sou uma pessoa de bem com a vida, sempre positiva , sempre a sorrir, mas tenho meus dias dark (ultimamente sem que eu saiba porquê com mais frequência), e quando eu estou num dia dark, o meu feitio impulsivo e de pavio curto fica ainda mais acentuado de modo que minha boca funciona mais rápido que o meu cérebro. E ontem como a neura estava bem forte, enervei-me e soltei das boas com um fulano de uma empresa que presta serviços para onde eu trabalho, tive uma discussão bem forte com o meu chefe e patrão em que, hoje admito, talvez tenha exagerado, e assim o dia foi correndo, comigo de mau humor e com um peso e uma tristeza em mim inexplicáveis. Quase no fim do dia de trabalho recebo uma mensagem da Miss Smile para passar na casa dela que tinha lá algo para me entregar, eu saindo do trabalho lá fui, toquei na campainha abrem-me a porta e de repente vem a pequena princesa C, a filha linda da Isa, a correr na minha direcção a rir-se e a gritar o meu nome, lança-se nos meus braços, abraça-me com toda a força dos pequenos bracinhos dela dá-me um beijo antes mesmo de eu lho pedir e não mais me larga. E ali naquele momento, toda a escuridão que ensombrou o meu dia desapareceu, só por aquele momento valeu a pena ter saído da cama de manhã e compensou o dia de merda que tinha tido até então!! Ontem a pequena C, ou como lhe chamamos, a princesa, a rapeta, a maninha, a nossa pequena monissima, foi o meu balsamo, foi a minha injecção de alegria... Por isso, obrigada princesa, obrigada Isa por trazeres essa joia tão preciosa para a minha vida!!!
P.S. Abençoado antibiótico...
P.S. Abençoado antibiótico...
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
A formatação vem de origem...
Fui com o A. ao café. Entrámos. Todos o tratavam pelo o nome. Ele cumprimentou os presentes com uma mãozada. Deteve-se a falar com um homem que nunca vi na vida. Pergunto ao senhor do café quem é o homem. Responde-me que é o Ricardo. Ok. Fico a saber o mesmo. Olho e vejo o Ricardo a rir-se às gargalhadas. O A. já se sentou na mesa dele. A conversa parece interessante. Acabo o café. Pago. Chamo o A. para irmos embora. Pede um chupa para o caminho. Já cá fora, pergunto-lhe quem era aquele homem. Responde-me que era um amigo. Pergunto-lhe se o amigo tem nome. Diz que sim mas, não me diz qual. Pergunto-lhe sobre o que é que estavam a conversar. Pára de repente. Olha-me com a cara mais aborrecida se sempre e responde: conversas de homens. E já chega de perguntas tá?
O A. tem 3 anos!!
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