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terça-feira, 1 de abril de 2014

emptiness...


não tenho a pretensão de que todas as pessoas do mundo que gosto, gostem de mim, nem que eu faça a falta que elas me fazem. o importante para mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível, e que esse momento será inesquecível.

Fernando Pessoa

quarta-feira, 26 de março de 2014

a mí me gusta caliente...




Amiga regressada do Cambodja, com algumas peripécias à mistura que metem uns dedos do pé partido, um médico cambojano que percebe pouco da poda, e um primeiro dia num hospital de verdade com a recém chegada para ser vista por um especialista, coisa que parece não existir no Cambodja (vá, digam mal do nosso SNS, digam). Devido à lesão da homenageada, tiveram que se adiar as comemorações do seu regresso, estando marcado para este fim de semana as festividades, em forma de jantar, com uma série de gajas boas à volta de uma mesa, a falar de gajos e outros animais, promoções do continente, geopolítica, economia, depilação e outros temas que atormentam actualmente a humanidade. Acordou-se o lugar, a forma e a hora. Desacordou-se no menu. Desculpem-me lá mas sushi não é para mim. Não gosto. Acho até que é um atraso civilizacional. Comida crua!! Comer de pauzinhos!! Eu sei que é fashion dizer que se adora sushi, colocar fotos no facebook de boca aberta e paus em riste, que fica bem bem pregar que era capaz de comer arroz e peixe cru enrolado em algas todos os dias, que é super saudável e coisa e tal. Nãa, no que toca a comidinha, não sou nada fashion. Dêem-me estufados, refogados, assados, grelhados, fumados e fritos, dêem-me até cozidos mas, por favor, usem aquela que foi a mais importante descoberta do homem pré-histórico: o fogo!! Querem dar-me comida japonesa, pois bem, ofereçam-me tempura, aquilo que eles aprenderam com quem sabe de gastronomia, nós portugueses!! Aposto que se os japas provassem o nosso peixe (o melhor do mundo unanimamente eleito pelos maiores chefs) com sal e brasa não haveriam de querer voltar ao sushi...



sexta-feira, 14 de março de 2014

À nossa Primavera, hoje e sempre...


A Primavera chega sempre mais cedo por estes lados. Aqui a Primavera chega com o teu dia. Com o verde dos teus olhos, com o calor do teu sorriso, com a alegria que carregas, com esse jeito teimoso de quem renasce, inverno após inverno, sempre em flor, sempre mais forte. A nossa Primavera chega, chegando. Com ar de "seu dôna". Com a fragilidade de uma flor e a força de uma árvore. Chega com classe.  Distingue o acessório do essencial como poucos. Afasta as mágoas com a sabedoria de quem já aprendeu muito. Não verga perante as maiores tempestades, é sempre melhor partir. Tem nome de anjo mas sabe ser diabinha. Tem palavras acertadas nos momentos oportunos. 
A nossa Primavera tem o sol quente que nos ampara, tem a chuva fresca que nos acalma. A nossa Primavera tem flores que nos encantam e frutos que nos alimentam. A nossa Primavera tem dias longos e noites prolongadas. A nossa Primavera não acaba, renova-se, dia após dia. A nossa Primavera celebra-se hoje. Parabéns Gija!

<3 you!

Note to Madame: (fixe, fixe era tu chamares-te Vera! prima + Vera... resultava ainda melhor!! e até já tinha diminutivo para ti...)

terça-feira, 11 de março de 2014

tu me manques...




Hoje, no teu dia, a tua falta adensa-se. O teu riso histérico, a tua gargalhada fácil, a tua neura cómica, o colorido da tua pessoa, a forma stressada com que me tentas acalmar e confortar, a paciência com que me escutas, os conselhos cautelosos que me dás, o chorrilho de asneiras que proferes... As novas tecnologias são maravilhosas e permitem-nos manter o diálogo diário mas, falta o toque, falta o abraço, aquele abraço. Faltam os planos comemorativos, as festas aciganadas a prolongarem-se por vários dias, a tirania da aniversariante... Faltam os amigos à volta da mesa, o barulho ensurdecedor. Faltam os cheiros da felicidade de quando quem se gosta se reúne. Faltas tu. Hoje. Aqui. No teu dia. Junto dos teus. Os mesmos que se orgulham de ti por, teres partido nessa aventura, por teres tido a coragem de desbravar caminho, de procurar a tua felicidade, de fazeres e cruzares a tua estrada. Os mesmos que te apoiam hoje e sempre, em todas as decisões que potenciem a tua felicidade. Os mesmos que estão sempre aqui, à tua espera, para celebrar o teu dia em qualquer outro dia, porque tu és o nosso Natal, e Natal é quando nós quisermos. 

a biêntot, ma petit 
<3

Parabéns Moninha!!

Hoje é o teu dia!!!
aqui vai a tua prenda.




As outras prendas seguiram pela Fedex, espero que gostes de todas!!!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O nosso sol foi-se...

Hoje o dia está ainda mais escuro em Portugal!
Para as Monissimas em particular e para mim especialmente essa escuridão é ainda mais forte, hoje o nosso sol foi brilhar para outro país, a nossa mainova, a nossa caçula, a nossa dose de luz e de loucura decidiu ir espalhar todo o seu brilho para outro país. Como disse ontem a Isa no nosso jantar de "até já Mona", a isto chama-se "sair da cepa torta"!
Sei bem que este passo não foi fácil de dar mas sei também que a nossa Mona vai-se aguentar á bronca e deixar todos os avecs rendidos á sua loucura, alegria e espontaneidade, a França nunca mais vai ser a mesma após a passagem da nossa Mona por lá!
Querida Mona, vais-me fazer muita falta, há já 3 anos que vivias longe de casa, mas haviam os telefonemas diários e o saber que de 15 em 15 dias estávamos juntas reconfortava-me, agora estamos á distancia de um facetime, ou das nossas loucas e longas conversas pelo chat do facebook, (por falar nisso tu trata rápido de teres net em casa!!!), mas mesmo longe estamos juntas e eu vou continuar a ser a tua mana mais velha e a ouvir-te e dar-te uns valentes sermões ou mesmo um par de estalos quando precisares!
Hoje o dia para mim está a ser difícil, escuro, triste mas ao mesmo tempo estou a rebentar de orgulho da minha Moninha!!
Além do que a partir de hoje o Monissimas tem uma correspondente no estrangeiro!!


o dia zero...

✨


Hoje iniciamos um novo calendário aqui no monissimas. Chamemos-lhe calendário avec. E marcará os dias em que a cinzenta pátria francesa terá a honra de receber a mais monissima das monas, Mona herself! Porque somos a favor da exportação dos valores nacionais, porque acreditamos que o que é bom deve ser partilhado, porque gostamos de exibir os nossos monumentos, autorizamos a nossa Mona a espalhar o seu charme  e cor pela desenxabida França. A partir de agora, teremos notícias bem mais interessantes, directamente do país das baguetes, que a vida sexual do sonso do seu presidente... It's a promise!

(Sei que estamos a fazer o bem ao partilhar a nossa Mona com o mundo, ao deixar que ela alegre a existência de povos menos afortunados, mas porra, que isto de ser caridosa custa como o caraças. Custa abrir mão do que nos faz bem. Custa deixar partir o que nos faz feliz. Dói desapegar de alguém que nos está entranhado na pele, que faz parte de nós. Sei que é provisório, que é apenas uma etapa, numa maratona que se adivinha promissora (e que terá ainda muitas mais milhas, né Mona?). Sei que não há distância ou tempo que apague o que nos une, que destrua o que construímos, que abale o amor que nos preenche, mas dói, e dói na pele. É aquela dor de barriga que não tem explicação, aquele nó na garganta que não desata, aquele aperto no peito que sufoca. Dói na alma saber-te longe. (e pronto, já estou a chorar...)
Depois há a outra face, a alegria de te ver voar. A esperança que a tua vida melhore e os teus sonhos fiquem um bocadinho mais perto. A felicidade de que o teu sorriso ganhe mil outras razões, que o teu riso soe ainda mais alto. Não partes sozinha com os teus sonhos. Contigo vai também a minha vontade férrea de que tudo corra bem, o meu desejo intrínseco de que encontres o que procuras, o meu sonho de que sejas muito feliz. E vai igualmente a voz da razão, os sermões fora de horas, as ameaças de violência física se não atinares, enfim, tudo aquilo que faz com que a nossa relação seja perfeita há mais de 30 anos...! Tudo isto para te dizer que não te livrarás de mim. Sou o teu karma. E, apesar das distâncias, estarei sempre por perto, sempre disponível, sempre cá para ti. <3 you!)

Contigo até ao infinito...







quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

730 dias de monissimas...


O que aconteceu em dois anos de monissimas?


- o FCP foi campeão... duas vezes ( nada de novo aqui)
- o governo foi criticado
- a pseudo esquerda foi ridicularizada
- o querido líder coreano foi adorado
- elegemos o sarcasmo como a figura de estilo cá do estaminé
- o Jesus (o das madeixas, entenda-se) foi elevado à categoria de comédia
- o Paulo Fonseca foi insultado
- O Vítor Pereira passou de besta a bestial
- odiamos o benfas
- ganhamos leitores
- perdemos leitores
- ganhamos amigos
- ganhamos anónimos imbecis
- cantamos o amor
- xingamos o amor
- partilhamos desejos, estados de alma, sonhos, aventuras
- deliciamo-nos com experiências gastronómicas
-armamo-nos em fashion bloggers
- partilhamos viagens
- rimos
- choramos
- cantamos
- recitamos poesia
- Rendemos-nos a autores e obras
- falamos do surrealismo da vida real (muito antes de Miró virar moda)
- babamos por deuses gregos encarnados em homens desnudos
- enjoamos com fotos corta tesão
- enchemos chouriços com imagens do tumbrl

Mas, o que sobressai destes dois anos são as relações humanas. As pessoas que ganhamos graças ao blog. As pessoas que nunca vimos mas com quem vamos trocando impressões. As pessoas que nos lêem em silêncio, cuja presença a sabemos, e que dão sentido ao que por aqui vamos fazendo. As pessoas que redescobrimos através das nossas palavras. As pessoas que nos redescobrem nas nossas palavras. E, por último, mas não menos importante o elo inquebrável que liga estas 5 amigas juntas há mais tempo do que gostamos de admitir... A amizade das monissímas permanece, apesar dos altos e baixos, dos silêncios, das distâncias, das excentricidades, das mudanças, dos afastamentos, das novas fases e das novas realidades. Continuamos AMIGAS. Continuamos a vibrar com a felicidade umas das outras. Continuamos a torcer umas pelas outras e a defender, com garra feroz, o bem estar comum. E, com mais ou menos aventuras (e desventuras) para contar, continuaremos por aí, a falar alto e a rir mais alto ainda. E o monissimas, continuará a ser o eco dessa felicidade.

A todos vós que por aqui passaram nestes dois anos, um muito obrigada (e desculpem qualquer coisinha)...


E porque hoje também é o aniversário do Bob, (um dos génios adorados neste estaminé) aqui fica a banda sonora para este dia.

 Nothing like a little reaggae on a rainy day...


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Notas soltas de (mais) um louco fim-de-semana em Lx




"Tomei uma decisão, eu quero pinar com um artista de circo!!"

"Inútil, é um inútil!!!! É como o outro que é um paneleiro inútil!!"

"Eu sou pura"

"La tienes gordita"

"La grossita com o uso adelga!!"

" Vai vestir o casaco, que sair de robe não é boa ideia"

"Deixaste o cão em casa e trouxeste as correntes dele"

"Acho que devíamos tomar banho 2 a 2 para poupar a água quente, ou então todos juntos"

"Tira bilhete!!"

"Programa ideal para um Domingo de chuva, atravessar a Ponte Vasco da Gama, voltar para Lx e ver a chuva a cair no Tejo"

E muito mais haveria para contar, mas como alguém disse (e bem) "What happens in Lx, stays in Lx"


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

power to your people...



Todas as relações humanas se baseiam nos poderes que concedemos. Uma espécie de contracto social de Rousseau. Se simpatizas com alguém, concedes-lhe o poder de falar contigo, de interagir, de partilhar momentos. À medida que vais conhecendo e afeiçoando-te às pessoas vais dando mais e mais poderes. O poder de saber da tua vida, o direito de emitir opiniões, de dar conselhos, de partilhar alegrias e amarguras. Isto demora tempo a construir. Pressupõe convivências, partilhas, 
Viver é ir concedendo estes direitos a quem vai cruzando o teu caminho. Não é um contracto escrito, não é até, na maioria dos casos, um contracto consciente. São direitos que vão sendo adquiridos. Há os que os detêm por inerência, há os que os conquistam com o tempo e há aqueles que os arrebatam porque apareceram na nossa vida num momento cosmológico muito preciso. De todos os poderes que podes conceder, há um particularmente sensível: é o poder de te magoarem. E é aqui que tens de ter muito cuidado! Podes restringir esse poder apenas àqueles que mais te amam, o ideal seria se este poder fosse limitado à mãe e ao pai, ninguém te ama mais! Mas isso seria resumir demasiado a tua rede de pessoas. Há momentos em que os  pais não são suficientes. Precisas de mais. Olhas em volta e vês aqueles que sempre ali estiveram. Aqueles que aparecem repetidamente em todas as cenas da tua vida, das mais cómicas às mais dramáticas, das mais rotineiras às mais apaixonadas. Não há como lhes negar o direito a esse poder. É-lhes concedido por usucapião. Depois há os saltos de fé. Aquelas pessoas com quem sentes uma afinidade imediata. Com quem estabeleces uma ligação directa e quando dás por ti já lhes entregaste o código do Amex. É arriscado mas, não mais que viver.
Prepara-te para que, um dia, esse poder se vire contra ti. Prepara-te para a sua não reciprocidade. Prepara-te para que seja usado mesmo por aqueles que conheces como a ti próprio, e de quem nunca esperarias.  Prepara-te, pois vai doer, muito. Mas, se a alternativa é isolares-te do mundo, que te doa, pois assim saberás que, houve o dia , em que te soube...


(nota interna: a mona concorda...)


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

de quando o passado é um presente...




A vida tem forma de nos fazer pensar naquilo que queremos esquecer. Tem formas de nos fazer rejeitar aquilo que queremos abraçar. De nos fazer seguir pelos caminhos que juramos nunca cruzar. E por vida não me refiro a nenhuma entidade  divina, ou substantivo abstracto. Não é destino, nem sorte, não é fado nem o tem que ser. É a vontade dos outros, dos teus, dos que te importam, que te condiciona, te redirecciona, te limita, te obriga a aceitar o inaceitável e a desistir do desejável. 
Ontem recebi um email, na verdade era apenas duas linhas. Curto, conciso e profundamente reconfortante. Duas linhas que sobreviveram ao tempo, à distância, à mágoa. Duas linhas que me devolveram um sorriso, ainda que breve e fugaz. Duas linhas que me mostraram que não há limites no gostar. Duas linhas que me recordaram que não me devo contentar com a metade, e que um pássaro na mão só vale mais para quem nunca teve os dois. 

(Obrigada a ti, por teres feito parte da minha vida, e por continuares por aí, ainda que na sombra...)


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

a ti, estendo a minha mão...




Conheço o lugar onde estás. É escuro, quieto, silencioso. O sol não brilha, a música não toca. A única vontade é a de fechar os olhos. Fechá-los com muita força. Encolheres-te a um canto e ficares ali, quieta, calada. Talvez a dor assim não chegue, talvez não te encontre na escuridão em que estás. 

Queres um conselho? Não deixes que a dor passe por ti. Recebe-a. Deixa-a preencher o vazio que te ocupa. Dá-lhe dois dias de atenção. Deixa-te afundar no lodo. Deixa as lágrimas rolar, deixa a tristeza assentar. Lava a alma, baralha tudo que te vai no pensamento. Depois levanta-te. Ergue a cabeça. A alma limpa, ideias arrumadas. Sacode a dor, como um cão sacode as pulgas. Chega de te dares a essa parasita. Respira fundo. E aí, olha-te ao espelho. Gosta-te como nunca ninguém há-de gostar. E recomeça. Segue o teu caminho, a tua busca pela felicidade. Não olhes para trás, não é lá que a vais encontrar. Não pares à espera de ninguém, segue o teu ritmo. Não corras, tens tempo, desfruta do que te rodeia. Não caminhes de olhos no chão com medo de tropeçar, o azul do céu é tão mais bonito que o cinzento da calçada. Não desistas, o paraíso é já ali. Afinal, o coração não parte, o coração pára e, apenas quando morremos. Não te deixes morrer. 

(adoro-te de alma e sangue. sabes que estarei sempre ao teu lado, em todos os finais, em todos os recomeços...)


terça-feira, 5 de novembro de 2013

sim, a vida é uma merda mas, eu vou receber um postal do Cambodja!


mini cambojanos cumprimentam os leitores do monissímas


Dormi mal, descansei pouco, pensei demais.
Que se lixe, eu vou receber um postal do Cambodja!

Está um dia feio, cor de cinzento pedra, com uma chuva chata que cai sem parar.
Que se lixe, eu vou receber um postal do Cambodja!

Sinto-me doente.
Que se lixe, eu vou receber um postal do Cambodja!

Faltam-me forças para sair da cama.
Que se lixe, eu vou receber um postal do Cambodja.

Não sei o que vestir num dia merdoso como hoje.
Que se lixe, eu vou receber um postal do Cambodja.

Demorei demasiado levantar-me, e ainda mais a arranjar-me, hoje não há pequeno almoço para mim.
Que se lixe, eu vou receber um postal do Cambodja.

Tenho um dia tramado pela frente, recheadinho de gente chata.
Que se lixe, eu vou receber um postal do Cambodja.

Não sei se já deram conta mas, eu estou mesmo feliz por ir receber um postal do Cambodja, não só porque adoro receber postais mas, porque este é de uma pessoa muito especial.






quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Parabéns Querida MisS

Faz hoje alguns anos regressaste a nós, (embora eu seja "a Memória" não sei quantos são os anos pois é uma época que não gosto de lembrar). Foram tempos de apreensão e medo mas felizmente um anjo apareceu em tua vida e trouxe-te de volta, e ainda bem que assim foi porque eu gosto muito de te ter por cá, és a única que me dá alguma luta no meu já conhecido sarcasmo e humor negro e também nos nossos embates, se bem que agora com a sabedoria que a idade no traz nossos embates sejam bem menos, és a pequena mais brava que conheço mas ao mesmo tempo quando te toca a ti e aos teus tens o coração mole e fraquejas mas sempre defendes os teus!
Querida MisS a nossa vida não seria a mesma sem ti ( a minha sei que não), por isso feliz aniversário do teu regresso!! 
We love you my dear bitch!!!



Analisando bem, acho uma bela ironia do destino que o teu regresso se comemore no dia das bruxas....

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Para ti minha querida Amiga de sempre!

Isto hoje esta difícil, por isso vais ser uma rapidinha, mas não podia deixar este dia em branco, hoje a grande Isa faz anos, a Moníssima mãe que tem os dois pimpolhos mais lindos do mundo e sim da blogosfera também, que é a minha amiga de sempre e de todas as horas, que contagia tudo e todos com sua energia e seu sorriso sempre aberto, que chora como gente grande quando se ri muito (e o que eu gosto de a fazer chorar a rir) que é a mulher que eu sei nunca conseguiria ser e por isso a admiro cada dia mais. Poderia escrever um texto sem fim só com elogios mas hoje não dá mesmo, por isso amiga fico por aqui, mas sabe que te adoro até ao infinito e mais além!!!!
Um enorme beijo!!!!

sábado, 19 de outubro de 2013

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Pérolas de um fim de semana só de gajas!!!

" Maminhas no chão, rabo para cima...." By MM

" Ler e foder são duas coisas que se sempre se faz com prazer!" By RV

" Vamos ligar á S.!!" By Miss Smile

"Vocês têm muita energia!" By Senhor da pastelaria o Careca

"Queres dançar?" By dezenas de gajos no B.leza

" Isto é um processo.." By Mona

"estica a canela" refrão de uma musica

" Vamos á Moda Lx ver as Aves Raras" By Moi même

"Que puto de circo de anormais, só queria vê-los no mundo real a pedir trabalho aos empresários têxteis!!" By Moi même referindo-me ás aves raras vistas na Moda Lx

E muitas mais que me vou abster de contar para não ferir mentes sensíveis e púdicas que nos possam ler.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

à minha bruxinha...



bruxinha @ pink


A data de hoje está inscrita no bilhete que te levará à aventura de uma vida. Serão 6 meses em missão de voluntariado pelo Cambodja, a ajudares quem precisa e a enriqueceres a vida daqueles que tiverem a sorte de se cruzar contigo. A notícia foi inesperada, deste-ma assim, de chofre, como quem arranca um penso rápido, como se dissesses vou ali e já volto. A minha reacção foi de choque. Demorei a restabelecer-me, a raciocinar. Seis meses! No Cambodja! Eu nem sequer sabia qual era a capital do Cambodja e, de repente, este era o país que iria acolher uma das minhas pessoas. Riste-te da minha reacção. Trataste logo de desdramatizar, como sempre. Custa-me quando penso na distância. Sei que nunca vais estar ausente mas, custa pensar-te a um continente de distância. Quando to disse, olhaste-me com aquele ar de complacência que tanto usas comigo, e aproveitaste logo para, em tom de toma lá lá que já vais ouvir das boas, me atirar à cara que, não raras vezes e, por causa da minha agenda, passamos um mês ou dois sem nos vermos. Respondi-te que não é a mesma coisa. Que apesar de não estarmos juntas, sabia-te perto e isso faz toda a diferença.
Depois do choque inicial, veio a admiração pelo teu gesto. Tive até um pouco de inveja confesso. Pela tua coragem, pela oportunidade, pelo voluntarismo, pela solidariedade, pelo humanismo, pela utilidade do teu acto. Acredito que esta experiência será uma grande mais valia para a tua formação enquanto ser humano, e que virás de lá com uma nova perspectiva da vida, do mundo, das pessoas. Sou um sortuda por ter amigas como tu, que se entregam assim a uma missão, que se aventuram na vida, que partem para novos desafios, que se engrandecem.
Obrigada pelo teu exemplo. Obrigada por me mostrares que a linha do horizonte está muito além do que os nossos olhos alcançam. Transbordo de orgulho em ti.
Que a sorte dos audazes te acompanhe!

Vemo-nos no Cambodja...