O Mr. Bean existe mesmo!!!
É português da Covilhã e eu acabei de ter uma reunião com ele!!
Foram 30 minutos em que tive de me debater entre a constante ansiedade só de ver o homem e a confusão dele e a vontade de me rir sem parar...
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
Acerca do dia de hoje!!
Hoje é o 1º de Abril, dia das mentiras.
Portanto é o dia de estar com pé atrás com tudo e todos, é o dia de confiar desconfiando e não cair na primeira balela que nos espetam, ou seja , é um dia normal como todos os outros...
" Everybody lies!!"
" Everybody lies!!"
segunda-feira, 31 de março de 2014
fobias e outros medos...

Tenho um sério problema com hospitais. Aqueles corredores imensos, as batas brancas, as luzes fortes, o cheiro a químicos, a aura de morte e de medo que paira no ar. Tudo mexe comigo e desperta um pânico incompreensível. O hospital já foi a minha casa durante uns tempos, e é um sítio onde sei que vou sempre regressar, o que agudiza ainda mais este meu pânico. Para esta semana está marcado mais um desses regressos. Sei que vai ser uma estadia rápida, com sorte sem direito a pernoitar. Mas é impossível não deixar que isso me atormente, mesmo que seja por um bocadinho....
(ajudaria muito ter um médico assim a segurar-me a mão...)
quinta-feira, 27 de março de 2014
As I Began To Love Myself

by Charlie Chaplin
As I began to love myself I found that
anguish and emotional suffering
are only warning signs that I was living
against my own truth.
Today, I know, this is AUTHENTICITY.
As I began to love myself I understood
how much it can offend somebody
As I try to force my desires on this
person, even though I knew the time
was not right and the person was not
ready for it, and even though this
person was me. Today I call it RESPECT.
As I began to love myself I stopped
craving for a different life,
and I could see that everything that
surrounded me was inviting me to grow.
Today I call it MATURITY.
As I began to love myself I understood
that at any circumstance,
I am in the right place at the right time,
and everything happens
at the exactly right moment. So I could
be calm.
Today I call it SELF-CONFIDENCE.
As I began to love myself I quit steeling
my own time,
and I stopped designing huge projects for
the future.
Today, I only do what brings me joy and
happiness, things I love to do
and that make my heart cheer, and I do
them in my own way and in
my own rhythm. Today I call it
SIMPLICITY.
As I began to love myself I freed myself
of anything that is no good for
my health – food, people, things,
situations, and everything that drew
me down and away from myself. At first I
called this attitude
a healthy egoism. Today I know it is
LOVE OF ONESELF.
As I began to love myself I quit trying to
always be right, and ever since
I was wrong less of the time. Today I
discovered that is MODESTY.
As I began to love myself I refused to go
on living in the past and worry
about the future. Now, I only live for the
moment, where EVERYTHING
is happening. Today I live each day, day
by day, and I call it FULFILLMENT.
As I began to love myself I recognized
that my mind can disturb me
and it can make me sick. But As I
connected it to my heart, my
mind became a valuable ally. Today I call
this connection WISDOM OF THE HEART.
We no longer need to fear arguments,
confrontations or any kind of problems
with ourselves or others. Even stars
collide, and out of their crashing
new worlds are born. Today I know
THAT IS LIFE!
quarta-feira, 26 de março de 2014
Cabra mas não muito....
Um destes dias, uma pessoa que me conhece muito bem, aliás das pessoas que melhor me conhece, o que é normal já que é minha irmã há mais de trinta anos, usou a seguinte frase para me descrever "és uma cabra com um coração de manteiga!" pensando bem, acho que esta frase me define em muitos aspectos!! Sim eu tenho consciência que ás vezes sou dura, crua com as palavras, não há como eu para "chamar os nomes aos bois" como dizemos por aqui, para dizer as merdas como elas são, sou ríspida e por vezes até agressiva, sou pessoa que não cedo a chantagens muito menos as emocionais, e se me pisam, ai se me pisam a coisa não fica bonita de se ver, sim sou uma cabra e sou óptima a sê-lo!! Mas também sou o tal coração de manteiga, amiga dos meus, aliás pelas minhas pessoas eu enfrento tudo (normalmente é quando a minha vertente cabra se manifesta mais claramente), e ás minhas pessoas perdoo
Enfim, a Mona conhece-me bem, sim sou "uma cabra com o coração de manteiga" e querem saber, gosto de mim assim, e quem não está bem só tem um caminho a seguir é manter-se á distância...
terça-feira, 25 de março de 2014
raising awareness

O que é?
Uma medalha gira, gira que relembra a todas as mulheres a necessidade do rastreio do cancro da mama e a ter consciência de que este não acontece apenas aos outros.
Qual o objectivo?
Angariar fundos para a Associação Laço, que apoia famílias vítimas desta doença. Por cada medalha vendida, cinco euros revertem para esta associação.
Quem está por trás desta ideia genial?
O nome desta mulher fantástica é Marta Leão, a quem foi diagnosticado um cancro de mama aos 27 anos (sim, o cancro não escolhe idades). Podem seguir o diário da sua batalha aqui.
Onde posso comprar?
Podem fazer as encomendas através desta página do facebook.
Agora deixem-se de perguntas e vão mazé comprar a medalha e espalhar a palavra.
segunda-feira, 24 de março de 2014
caminha como se nunca tivesse sido ferida...

Tu não controlas tudo. Recorda-te sempre disso. Nem tudo depende de ti. Por vezes a melhor coisa a fazer é pousar os remos e ir na corrente. Não adianta lutar contra. Vai haver sempre quem não goste de ti. Vai haver sempre quem deseje que tudo te corra mal. Vais encontrar sempre quem não te valorize, quem te destrate, quem tenha prazer em te magoar. Nem sempre vais ser feliz, mas podes sempre tentar. Pratica o desapego. Usa-te da indiferença. Relativiza tudo. Não dês importância a nada. Todos sabemos como é que isto acaba. Não dependas de ninguém. Não dês demais de ti a quem, ou ao que, não merece. Não te esgotes com o que não vale a pena. Não te martirizes com o que perdeste, provavelmente nunca foi teu. Desfruta o caminho, ao cortar da próxima curva pode muito bem estar o fim...
sexta-feira, 21 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Bom mesmo é começar o dia a bater em carros!!
Que foi o que me aconteceu hoje logo de manhãzinha ao sair de casa para o trabalho.
Saio de casa toda despachada, paro um segundo para apreciar o dia olho em volta e, toda apressada, entro no carro como sempre, faço marcha atrás a todo o gás e só paro quando ouço um estrondo seguido de um solavanco no meu carro e penso " mas em que caralho é que eu bati?" lembrando-me logo de seguida que era um carro do meu compadre que estava lá estacionado, o qual eu tinha visto minutos antes de entrar no meu carro...
terça-feira, 11 de março de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
A vida é uma puta que nada percebe de justiça

Hoje acordei com uma moedeira na cabeça. Aquela dor que não é muito forte mas que chateia, que nos deixa mal dispostos, com cara de poucos amigos. Estava bem de ver que o dia não ia ser fácil...
No início da semana uma amiga tinha-me pedido ajuda para uma família que está a passar por um momento muito delicado. Ontem chegou-me às mãos o dossier. Uma história trágica como muito outras. Um menino de dez anos a quem foi diagnosticado um tumor maligno no cérebro. Os pais, um casal muito dedicado ao único filho, o filho que muito desejaram e lutaram para conseguir foram completamente abalroados pelo triste diagnóstico. O pai caiu numa profunda depressão e perdeu o emprego, a mãe deixou de trabalhar para cuidar do filho. Às dificuldades da doença somam-se os problemas financeiros. A mim pediam-me que tentasse arranjar uma cadeira de rodas infantil, era essa a prioridade dos pais pois dela depende o bem estar do seu menino. Fiz dois telefonemas. Primeiro consegui a cadeira, com o segundo telefonema tratei de assegurar que a família tivesse acesso ao apoio domiciliário de uma cantina social, por forma a assegurar a alimentação diária dos 3. Enviei uma sms à minha amiga a dizer que estava tratado e arrumei o assunto.
Hoje a família achou por bem vir agradecer-me pessoalmente a ajuda. E o dossier ganhou um rosto. Dois, para ser mais exacta, mãe e filho, marcados pelas dores da doença mas com o brilho da esperança. E o meu coração rasgou-se. Eu não fiz nada, na verdade limitei-me a incomodar quem tinha poder para resolver esta questão e estes apenas fizeram o seu trabalho. Mas ali estavam, à minha frente, os dois com uma gratidão inexplicável, com uma coragem hercúlea e sem um pingo de revolta por toda a injustiça que estão a viver. A comoção que senti quando tomei conhecimento da situação cedeu lugar à revolta, à frustração. Que puta de vida é esta que trata assim uma criança, que desgraça assim uma família outrora feliz e funcional? E a dor de cabeça agudiza-se, forma-se um nó na garganta, instala-se um enjoo que me impede de almoçar.
Desabafo o meu mal estar com uns colegas que me dizem em tom condescendente, "estás a ver, dá graças a Deus pela vida que tens!", mas em que realidade distorcida é que é suposto eu arranjar consolo na desgraça de outros? Tenho que ficar feliz com a minha vida, mesmo não tendo um décimo dos problemas que esta família enfrenta, só por saber que há outros em situação pior? Como é que se ganha alento com o mal dos outros? É que neste momento a única coisa que sinto, para além da dor de cabeça que anda aqui desde manhã, é medo, muito medo desta vida puta.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
eu perdoo...
Qual o verdadeiro significado de perdoar? E não falo do perdão divino, ou do perdão fiscal. Falo mesmo daquele nobre acto de esquecer o mal que nos fizeram e pôr para trás das costas, o sábio "cagando e andando"... Nós perdoamos os outros pelo mal que nos fizeram, ou perdoamos a nós próprios como forma de seguir com a vida e não ficar preso a ressentimentos e mágoas? É por nós ou pelos outros? Perdoar significa esquecer? Perdoar significa que o depois seja igual ao antes? Perdoar é dar a outra face? Perdoar é sinónimo de fraqueza, ou é um sinal de superioridade? Perdoar pressupõe um pedido de desculpa, um arrependimento? Podemos perdoar mesmo os que acham que não nos magoaram?
Não tenho as respostas, não sei sequer se há respostas universais. O caminho faz-se caminhando. Sim, é mais fácil quando deixamos estes pesos pelo caminho, mas custa ignorar algo que nos magoou tanto. É humano o apego à dor. Não é saudável o ressentimento mas é pedagógica a lembrança. E qual é o equilíbrio aqui? Esquecer e tornar-nos vulneráveis a outros golpes de igual intensidade ou recordar e tornar-nos impermeáveis a possíveis oportunidades? Como é que se equilibram todas estas bolas no ar?
Já fui bem mais inflexível. O tempo tornou-me mole. Perdoo com relativa facilidade, e até esqueço, com o tempo (ou com Alzheimer que se vai instalando) mas, com o perdão vem também o desapego, o abrir mão. E, quando olho para trás e pergunto porque é que aquela pessoa saiu da minha vida? Então recordo, que, em algum momento tive de lhe perdoar algo. É aí que sorrio e sigo em frente.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Porque há dias em que temos consciência da sorte que temos...
Esta carta, escrita pelo João Tordo, escritor, ao seu pai, Fernando Tordo, músico, no dia em que este emigrou para o Brasil em busca de uma vida melhor tornou-se viral nas redes sociais. É uma carta emotiva onde transparece todo o amor de um filho pelo seu pai, mas é também uma carta de revolta e crítica aos governantes, ao país e ao povo ao qual, aos 65 anos Fernando Tordo teve de virar as costas para procurar melhor vida.
A leitura que fazemos das coisas é sempre condicionada pelo momento em que a lemos . Quando li este parágrafo "Os nossos governantes têm-se preparado para anunciar, contentíssimos, que a crise acabou, esquecendo-se de dizer tudo o que acabou com ela. A primeira coisa foi a cultura, que é o património de um país. A segunda foi a felicidade, que está ausente dos rostos de quem anda na rua todos os dias. A terceira foi a esperança. E a quarta foi o meu pai, e outros como ele, que se recusam a ser governados por gente que fez tudo para dar cabo deste país - do país que ele, e milhões de pessoas como ele, cheias de defeitos, quiseram construir: um país melhor para os filhos e para os netos. Fracassaram nesse propósito; enganaram-se ao pensarem que podíamos mudar. Não queremos mudar. Queremos esta miséria, admitimo-la, deixamos passar." a primeira coisa que me veio à ideia foi a actual situação da Ucrânia. Gente que acredita que pode fazer um país melhor. Gente que luta, disposto a dar a própria vida para conquistar o país que querem. Gente que aguenta 40 graus negativos, sem arredar pé há vários meses, numa praça, para que a sua voz seja ouvida. Eu não tenho o país com que sonhei. Tenho o país que é possível ter, dado os condicionalismos. Tenho o país que muita gente, de outras nações sonha ter. Tenho o país que me deu o que eu precisei para fazer o meu caminho. Tenho o país que me dá a oportunidade para lutar por uma vida melhor.Tenho um país que foi melhor para mim do que para os meus avós. Tenho um país que não me sustenta, mas que me ampara quando preciso. Tenho um país que me dá liberdade para sair, mesmo tendo investido milhares de euros na minha formação. Tenho o país que se ergue de cada vez que cai. Tenho o país de gente que arregaça as mangas e faz o que tem de ser feito, quando tem de ser feito. Tenho o país que me dá liberdade para dizer o que quero, mesmo que seja a maior barbaridade.Tenho o país de gente indecisa mas que sabe bem o que não quer, e nunca quis o comunismo, mesmo cantado. Tenho o país que vive em democracia, mesmo que esta não passe de uma tirania de maiorias. Tenho o país das gentes pacatas, que acreditam no fado. Tenho o país de muita gente boa e alguma gente má. Tenho o país que permanece na memória de quem parte. Tenho o país ao qual sempre regressarei. Tenho o país onde me é permitido ser feliz e alimentar a esperança de que o meu trabalho vai dar frutos.Tenho o país que, com as minhas acções de todos os dias, construo para mim. Porque Portugal não é de quem o governa, é de todos os portugueses, e Portugal não é o que dizemos sobre ele, mas o que fazemos por ele e, se não estás feliz com o teu Portugal, é porque não estás a fazer algo bem.
Ao Fernando Tordo e a todos os que tiveram de sair do seu país para procurar uma vida melhor, a maior das sortes. Portugal torce por vós!
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Eras capaz de largar tudo por um amor?
Muitas vezes me pergunto sobre o papel que o amor deve ter na nossa vida. Deverá ser uma prioridade? deverá ser a prioridade? deverá ser uma consequência? ou a causa da nossa existência?
A minha geração teve uma juventude facilitada, teve acesso a coisas que os nossos pais não tiveram, ou pelo menos não com a mesma facilidade. Por outro lado, a integração na vida adulta e a estabilidade profissional e financeira tem-se revelado uma missão muito complicada. Por esse motivo o amor vai ficando para trás. É muito comum encontrarmos pessoas na casa dos 30 a lutarem por um lugar ao sol na sua carreira e com uma vida amorosa desastrosa, ou até mesmo inexistente. Dizem que depois de estabilizarem no campo profissional se preocupam com isso. Pensam a vida num organograma onde à cabeça está a carreira, o sucesso, a saúde financeira. O amor virá depois, como se encontrar a pessoa certa tivesse hora e dia marcado, e o pudéssemos adiar até a agenda o permitir. E o tempo vai passando. Até ao dia em que, com ou sem carreira de sucesso, verificam que afinal falta qualquer coisa. O amor é então uma necessidade e, quando a necessidade é grande, as exigências caem. O conformismo instala-se. E o que vem à rede é peixe... Pode dar-se o caso de viverem toda uma vida felizes, ignorando que o que os juntou foi o medo de acabarem sozinhos, e desculpando a falta de pontos de interesse em comum com a falácia dos opostos atraem-se. Ou pode dar-se o caso de, num dia igual a tantos outros, marcado por uma rotina suicida, eles constatem que construir uma vida a dois requer mais investimento que escolher alguém bonito e aparentemente interessante. Que partilhar a vida com alguém é muito mais do que seguir o guião escrito pela sociedade, do casar, ter filhos e passearem todos ao domingo. É então que surge a dúvida: e se eu tivesse aplicado no amor o mesmo empenho que apliquei na minha carreira? Seria mais feliz hoje?? Afinal, um emprego termina aos 65, um amor quer-se eterno...
Há dias fui confrontada com uma pergunta que não me tem saído da cabeça: Eras capaz de largar tudo por um amor? a resposta não foi instantânea, demorou muitos dias a amadurecer mas sim, hoje, ao contrário de ontem, sinto que seria capaz de abandonar tudo por um amor, por o amor.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
A espera...
E hoje é aquele dia...
Só me resta esperar que as horas passem e me tragam boas noticias.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
pérola de sabedoria parida numa mesa com tapas regadas a espumante...
"Se eu fosse gaja e boa, mas mesmo muito boa, jamais me casaria. Andar a lavar cuecas e meias de um homem só, quando se pode ter o melhor dos que quiser... Se fosse feia, aí tinha de me sujeitar"...
by CD (figura masculina, mais velha, sabida e com tanto para nos ensinar...)
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
You Should Date An Illiterate Girl
Date a girl who doesn’t read. Find her in the weary squalor of a Midwestern bar. Find her in the smoke, drunken sweat, and varicolored light of an upscale nightclub. Wherever you find her, find her smiling. Make sure that it lingers when the people that are talking to her look away. Engage her with unsentimental trivialities. Use pick-up lines and laugh inwardly. Take her outside when the night overstays its welcome. Ignore the palpable weight of fatigue. Kiss her in the rain under the weak glow of a streetlamp because you’ve seen it in film. Remark at its lack of significance. Take her to your apartment. Dispatch with making love. Fuck her.
Let the anxious contract you’ve unwittingly written evolve slowly and uncomfortably into a relationship. Find shared interests and common ground like sushi, and folk music. Build an impenetrable bastion upon that ground. Make it sacred. Retreat into it every time the air gets stale, or the evenings get long. Talk about nothing of significance. Do little thinking. Let the months pass unnoticed. Ask her to move in. Let her decorate. Get into fights about inconsequential things like how the fucking shower curtain needs to be closed so that it doesn’t fucking collect mold. Let a year pass unnoticed. Begin to notice.
Figure that you should probably get married because you will have wasted a lot of time otherwise. Take her to dinner on the forty-fifth floor at a restaurant far beyond your means. Make sure there is a beautiful view of the city. Sheepishly ask a waiter to bring her a glass of champagne with a modest ring in it. When she notices, propose to her with all of the enthusiasm and sincerity you can muster. Do not be overly concerned if you feel your heart leap through a pane of sheet glass. For that matter, do not be overly concerned if you cannot feel it at all. If there is applause, let it stagnate. If she cries, smile as if you’ve never been happier. If she doesn’t, smile all the same.
Let the years pass unnoticed. Get a career, not a job. Buy a house. Have two striking children. Try to raise them well. Fail, frequently. Lapse into a bored indifference. Lapse into an indifferent sadness. Have a mid-life crisis. Grow old. Wonder at your lack of achievement. Feel sometimes contented, but mostly vacant and ethereal. Feel, during walks, as if you might never return, or as if you might blow away on the wind. Contract a terminal illness. Die, but only after you observe that the girl who didn’t read never made your heart oscillate with any significant passion, that no one will write the story of your lives, and that she will die, too, with only a mild and tempered regret that nothing ever came of her capacity to love.
Do those things, god damnit, because nothing sucks worse than a girl who reads. Do it, I say, because a life in purgatory is better than a life in hell. Do it, because a girl who reads possesses a vocabulary that can describe that amorphous discontent as a life unfulfilled—a vocabulary that parses the innate beauty of the world and makes it an accessible necessity instead of an alien wonder. A girl who reads lays claim to a vocabulary that distinguishes between the specious and soulless rhetoric of someone who cannot love her, and the inarticulate desperation of someone who loves her too much. A vocabulary, god damnit, that makes my vacuous sophistry a cheap trick.
Do it, because a girl who reads understands syntax. Literature has taught her that moments of tenderness come in sporadic but knowable intervals. A girl who reads knows that life is not planar; she knows, and rightly demands, that the ebb comes along with the flow of disappointment. A girl who has read up on her syntax senses the irregular pauses—the hesitation of breath—endemic to a lie. A girl who reads perceives the difference between a parenthetical moment of anger and the entrenched habits of someone whose bitter cynicism will run on, run on well past any point of reason, or purpose, run on far after she has packed a suitcase and said a reluctant goodbye and she has decided that I am an ellipsis and not a period and run on and run on. Syntax that knows the rhythm and cadence of a life well lived.
Date a girl who doesn’t read because the girl who reads knows the importance of plot. She can trace out the demarcations of a prologue and the sharp ridges of a climax. She feels them in her skin. The girl who reads will be patient with an intermission and expedite a denouement. But of all things, the girl who reads knows most the ineluctable significance of an end. She is comfortable with them. She has bid farewell to a thousand heroes with only a twinge of sadness.
Don’t date a girl who reads because girls who read are the storytellers. You with the Joyce, you with the Nabokov, you with the Woolf. You there in the library, on the platform of the metro, you in the corner of the café, you in the window of your room. You, who make my life so god damned difficult. The girl who reads has spun out the account of her life and it is bursting with meaning. She insists that her narratives are rich, her supporting cast colorful, and her typeface bold. You, the girl who reads, make me want to be everything that I am not. But I am weak and I will fail you, because you have dreamed, properly, of someone who is better than I am. You will not accept the life that I told of at the beginning of this piece. You will accept nothing less than passion, and perfection, and a life worthy of being storied. So out with you, girl who reads. Take the next southbound train and take your Hemingway with you. I hate you. I really, really, really hate you.
By CHARLES WARNKE
By CHARLES WARNKE
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