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terça-feira, 1 de abril de 2014

emptiness...


não tenho a pretensão de que todas as pessoas do mundo que gosto, gostem de mim, nem que eu faça a falta que elas me fazem. o importante para mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível, e que esse momento será inesquecível.

Fernando Pessoa

terça-feira, 18 de março de 2014

Todas as idades são boas para amar...


O amor aos 0 
É um amor olfativo. Amor de cheiro. Amor de colo, de pele.

O amor aos 10 
É um amor de sangue. Amor genuíno. É o amor inocente, de quem ama sem saber o que é o amor.

O amor aos 20
É um amor selvagem. O amor fácil. Um amor que ilude. Que dói como nunca antes. Que arde. É um amor de extremos. É uma amor que preenche, que ocupa. É um amor de gestos, o amor agido. 

O amor aos 30 
É um amor desacreditado. Um amor assente. Um amor de contrastes. Um amor tranquilo ou desesperado. É um amor que complementa. É um amor de palavras, o amor pensado.

O amor aos 40 
É o amor que sobrevive. É o amor falado. O amor que vem de dentro.

O amor depois dos 50
É o amor companheiro. É o amor amizade. O amor humano. Amor que tolera.


sexta-feira, 14 de março de 2014

À nossa Primavera, hoje e sempre...


A Primavera chega sempre mais cedo por estes lados. Aqui a Primavera chega com o teu dia. Com o verde dos teus olhos, com o calor do teu sorriso, com a alegria que carregas, com esse jeito teimoso de quem renasce, inverno após inverno, sempre em flor, sempre mais forte. A nossa Primavera chega, chegando. Com ar de "seu dôna". Com a fragilidade de uma flor e a força de uma árvore. Chega com classe.  Distingue o acessório do essencial como poucos. Afasta as mágoas com a sabedoria de quem já aprendeu muito. Não verga perante as maiores tempestades, é sempre melhor partir. Tem nome de anjo mas sabe ser diabinha. Tem palavras acertadas nos momentos oportunos. 
A nossa Primavera tem o sol quente que nos ampara, tem a chuva fresca que nos acalma. A nossa Primavera tem flores que nos encantam e frutos que nos alimentam. A nossa Primavera tem dias longos e noites prolongadas. A nossa Primavera não acaba, renova-se, dia após dia. A nossa Primavera celebra-se hoje. Parabéns Gija!

<3 you!

Note to Madame: (fixe, fixe era tu chamares-te Vera! prima + Vera... resultava ainda melhor!! e até já tinha diminutivo para ti...)

terça-feira, 11 de março de 2014

tu me manques...




Hoje, no teu dia, a tua falta adensa-se. O teu riso histérico, a tua gargalhada fácil, a tua neura cómica, o colorido da tua pessoa, a forma stressada com que me tentas acalmar e confortar, a paciência com que me escutas, os conselhos cautelosos que me dás, o chorrilho de asneiras que proferes... As novas tecnologias são maravilhosas e permitem-nos manter o diálogo diário mas, falta o toque, falta o abraço, aquele abraço. Faltam os planos comemorativos, as festas aciganadas a prolongarem-se por vários dias, a tirania da aniversariante... Faltam os amigos à volta da mesa, o barulho ensurdecedor. Faltam os cheiros da felicidade de quando quem se gosta se reúne. Faltas tu. Hoje. Aqui. No teu dia. Junto dos teus. Os mesmos que se orgulham de ti por, teres partido nessa aventura, por teres tido a coragem de desbravar caminho, de procurar a tua felicidade, de fazeres e cruzares a tua estrada. Os mesmos que te apoiam hoje e sempre, em todas as decisões que potenciem a tua felicidade. Os mesmos que estão sempre aqui, à tua espera, para celebrar o teu dia em qualquer outro dia, porque tu és o nosso Natal, e Natal é quando nós quisermos. 

a biêntot, ma petit 
<3

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

O nosso sol foi-se...

Hoje o dia está ainda mais escuro em Portugal!
Para as Monissimas em particular e para mim especialmente essa escuridão é ainda mais forte, hoje o nosso sol foi brilhar para outro país, a nossa mainova, a nossa caçula, a nossa dose de luz e de loucura decidiu ir espalhar todo o seu brilho para outro país. Como disse ontem a Isa no nosso jantar de "até já Mona", a isto chama-se "sair da cepa torta"!
Sei bem que este passo não foi fácil de dar mas sei também que a nossa Mona vai-se aguentar á bronca e deixar todos os avecs rendidos á sua loucura, alegria e espontaneidade, a França nunca mais vai ser a mesma após a passagem da nossa Mona por lá!
Querida Mona, vais-me fazer muita falta, há já 3 anos que vivias longe de casa, mas haviam os telefonemas diários e o saber que de 15 em 15 dias estávamos juntas reconfortava-me, agora estamos á distancia de um facetime, ou das nossas loucas e longas conversas pelo chat do facebook, (por falar nisso tu trata rápido de teres net em casa!!!), mas mesmo longe estamos juntas e eu vou continuar a ser a tua mana mais velha e a ouvir-te e dar-te uns valentes sermões ou mesmo um par de estalos quando precisares!
Hoje o dia para mim está a ser difícil, escuro, triste mas ao mesmo tempo estou a rebentar de orgulho da minha Moninha!!
Além do que a partir de hoje o Monissimas tem uma correspondente no estrangeiro!!


o dia zero...

✨


Hoje iniciamos um novo calendário aqui no monissimas. Chamemos-lhe calendário avec. E marcará os dias em que a cinzenta pátria francesa terá a honra de receber a mais monissima das monas, Mona herself! Porque somos a favor da exportação dos valores nacionais, porque acreditamos que o que é bom deve ser partilhado, porque gostamos de exibir os nossos monumentos, autorizamos a nossa Mona a espalhar o seu charme  e cor pela desenxabida França. A partir de agora, teremos notícias bem mais interessantes, directamente do país das baguetes, que a vida sexual do sonso do seu presidente... It's a promise!

(Sei que estamos a fazer o bem ao partilhar a nossa Mona com o mundo, ao deixar que ela alegre a existência de povos menos afortunados, mas porra, que isto de ser caridosa custa como o caraças. Custa abrir mão do que nos faz bem. Custa deixar partir o que nos faz feliz. Dói desapegar de alguém que nos está entranhado na pele, que faz parte de nós. Sei que é provisório, que é apenas uma etapa, numa maratona que se adivinha promissora (e que terá ainda muitas mais milhas, né Mona?). Sei que não há distância ou tempo que apague o que nos une, que destrua o que construímos, que abale o amor que nos preenche, mas dói, e dói na pele. É aquela dor de barriga que não tem explicação, aquele nó na garganta que não desata, aquele aperto no peito que sufoca. Dói na alma saber-te longe. (e pronto, já estou a chorar...)
Depois há a outra face, a alegria de te ver voar. A esperança que a tua vida melhore e os teus sonhos fiquem um bocadinho mais perto. A felicidade de que o teu sorriso ganhe mil outras razões, que o teu riso soe ainda mais alto. Não partes sozinha com os teus sonhos. Contigo vai também a minha vontade férrea de que tudo corra bem, o meu desejo intrínseco de que encontres o que procuras, o meu sonho de que sejas muito feliz. E vai igualmente a voz da razão, os sermões fora de horas, as ameaças de violência física se não atinares, enfim, tudo aquilo que faz com que a nossa relação seja perfeita há mais de 30 anos...! Tudo isto para te dizer que não te livrarás de mim. Sou o teu karma. E, apesar das distâncias, estarei sempre por perto, sempre disponível, sempre cá para ti. <3 you!)

Contigo até ao infinito...







segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O melhor de acordar com gripe...


...é passar o dia no sofá, enroscada com o meu afilhado, também ele doente, numa constante troca de mimos/batalha de cócegas e ouvir um: " madinha, tu és das pimeiras pessoas que eu mais amo".
Estou com a alma quentinha, quentinha e juro que não é da febre...






sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Eras capaz de largar tudo por um amor?


Rennie Ellis


Muitas vezes me pergunto sobre o papel que o amor deve ter na nossa vida. Deverá ser uma prioridade? deverá ser a prioridade? deverá ser uma consequência? ou a causa da nossa existência? 
A minha geração teve uma juventude facilitada, teve acesso a coisas que os nossos pais não tiveram, ou pelo menos não com a mesma facilidade. Por outro lado, a integração na vida adulta e a estabilidade profissional e financeira tem-se revelado uma missão muito complicada. Por esse motivo o amor vai ficando para trás. É muito comum encontrarmos pessoas na casa dos 30 a lutarem por um lugar ao sol na sua carreira e com uma vida amorosa desastrosa, ou até mesmo inexistente. Dizem que depois de estabilizarem no campo profissional se preocupam com isso. Pensam a vida num organograma onde à cabeça está a carreira, o sucesso, a saúde financeira. O amor virá depois, como se encontrar a pessoa certa tivesse hora e dia marcado, e o pudéssemos adiar até a agenda o permitir.  E o tempo vai passando. Até ao dia em que, com ou sem carreira de sucesso, verificam que afinal falta qualquer coisa. O amor é então uma necessidade e, quando a necessidade é grande, as exigências caem. O conformismo instala-se. E o que vem à rede é peixe... Pode dar-se o caso de viverem toda uma vida felizes, ignorando que o que os juntou foi o medo de acabarem sozinhos,  e desculpando a falta de pontos de interesse em comum com a falácia dos opostos atraem-se. Ou pode dar-se o caso de, num dia igual a tantos outros, marcado por uma rotina suicida, eles constatem que construir uma vida a dois requer mais investimento que escolher alguém bonito e aparentemente interessante. Que partilhar a vida com alguém é muito mais do que seguir o guião escrito pela sociedade, do casar, ter filhos e passearem todos ao domingo. É então que surge a dúvida: e se eu tivesse aplicado no amor o mesmo empenho que apliquei na minha carreira? Seria mais feliz hoje?? Afinal, um emprego termina aos 65, um amor quer-se eterno...

Há dias fui confrontada com uma pergunta que não me tem saído da cabeça: Eras capaz de largar tudo por um amor? a resposta não foi instantânea, demorou muitos dias a amadurecer mas sim, hoje, ao contrário de ontem, sinto que seria capaz de abandonar tudo por um amor, por o amor



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

a girl best friend??




A empresa promove o produto como uma maneira de "salvar as mulheres" do assédio

A relação de uma mulher com o soutien é uma relação de amor/ódio. Se por um lado ele segura e mantém tudo no sítio, (inclusive preenche quando é necessário dar mais conteúdo) por outro,  é um autêntico espartilho e tirá-lo é um alívio.
Sempre achei que o país que inventou o tamagotchi daria ao mundo a solução para alguns dos seus maiores problemas. Não me enganei.Os nossos amigos nipónicos criaram agora um soutien pró amor. A explicação cientifica é mais complexa mas, para nós leigos, basta saber que quando uma mulher se apaixona o coração dispara e com ele o fecho do soutien. E perguntam vocês, para que é que isso serve?? Pois, parece que o objectivo é "salvar as mulheres do assédio de determinados homens", ajudando-as a ter consciência de quem gostam de verdade, para que não percam tempo com pinadelas esporádicas com homens que não lhes rebentam com o soutien. É que ao contrário das mulheres, esses seres acéfalos que não sabem distinguir os sentimentos e não raras vezes confundem um olhar com  paixão e um piropo com juras de amor eterno, "o soutien sabe como as mulheres realmente se sentem". (Obrigada Senhor!)
Pena é que este ainda não se encontre à venda, tenho a certeza que é o sonho de qualquer mulher andar, qual Cinderela versão Manga, com o seu soutien de cristal em busca do Príncipe Encantado.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

o ciclo do amor...


Fred Lyon


"João amava Teresa que amava Raimundo 
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili 
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes 
que não tinhas entrado na história."


Carlos Drummond de Andrade 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Das palavras dos outros...


                   O Amor da minha vida

O vento soprava, não sei de que lado. Soprava forte quando me fizeram a pergunta. Qual é o amor da sua vida? Gelei com a força do vento. Em tempos diria com facilidade que era o Senhor Jesus. Hoje o peso da idade faz-me pensar duas vezes. Três ou quatro. O peso da idade faz-nos pensar muito antes de dizer as coisas. Eu quero que seja o Senhor. Gostava que fosse Ele. Mas olho em redor e vejo tanta gente que me escolhe no amor. Poderia também desculpar-me com a minha mãe. Ou até o meu pai. Ou até a Igreja. Mas sou um simples humano que, como tal, peregrina buscando o amor. Buscando-o na vida e nos outros. São os amigos, respondo. Então o senhor padre não tem em Deus o seu maior amor? E eu respondo convicto, sem pensar mais que meia vez. Esse é o maior amigo. E o vento leva as minhas palavras, não sei para que lado. Mas leva-as. Leva-as na certeza de que a algum lado irão parar. Talvez cheguem a Deus e Ele me compreenda que, com o avançar da idade, a gente deixa os ideais para procurar a realidade, a certeza do que se vive. E que só O consigo encontrar na vida que vivo e com quem a vivo. Só através disso e da felicidadeque me advém dessas experiências ou vivências. Chega de ideias abstractas, pensamentos teológicos, morais ou litúrgicos. É na vida que vivo e com quem vivo que encontro o Amor da minha vida.




(este texto foi retirado do blog de um padre. Há muito que deixei de procurar auxílio espiritual na Igreja. Há muito que deixei de acreditar em padres e na instituição que estes representam. As minhas crenças, guardo-as para mim, assim como a minha relação com as divindades em que acredito, para isso não necessito de intermediários. Contudo, há algo neste blog que me apazigua, que me toca. Há já algum tempo que o sigo, e me delicio com as histórias e os desabafos de um homem que é padre mas, acima de tudo apenas humano. "É na vida que vivo que encontro o Amor da minha vida", é das frases mais bonitas e verídicas que já li. E resume tanto do que nós somos...)

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

de quando o passado é um presente...




A vida tem forma de nos fazer pensar naquilo que queremos esquecer. Tem formas de nos fazer rejeitar aquilo que queremos abraçar. De nos fazer seguir pelos caminhos que juramos nunca cruzar. E por vida não me refiro a nenhuma entidade  divina, ou substantivo abstracto. Não é destino, nem sorte, não é fado nem o tem que ser. É a vontade dos outros, dos teus, dos que te importam, que te condiciona, te redirecciona, te limita, te obriga a aceitar o inaceitável e a desistir do desejável. 
Ontem recebi um email, na verdade era apenas duas linhas. Curto, conciso e profundamente reconfortante. Duas linhas que sobreviveram ao tempo, à distância, à mágoa. Duas linhas que me devolveram um sorriso, ainda que breve e fugaz. Duas linhas que me mostraram que não há limites no gostar. Duas linhas que me recordaram que não me devo contentar com a metade, e que um pássaro na mão só vale mais para quem nunca teve os dois. 

(Obrigada a ti, por teres feito parte da minha vida, e por continuares por aí, ainda que na sombra...)


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

a ti, estendo a minha mão...




Conheço o lugar onde estás. É escuro, quieto, silencioso. O sol não brilha, a música não toca. A única vontade é a de fechar os olhos. Fechá-los com muita força. Encolheres-te a um canto e ficares ali, quieta, calada. Talvez a dor assim não chegue, talvez não te encontre na escuridão em que estás. 

Queres um conselho? Não deixes que a dor passe por ti. Recebe-a. Deixa-a preencher o vazio que te ocupa. Dá-lhe dois dias de atenção. Deixa-te afundar no lodo. Deixa as lágrimas rolar, deixa a tristeza assentar. Lava a alma, baralha tudo que te vai no pensamento. Depois levanta-te. Ergue a cabeça. A alma limpa, ideias arrumadas. Sacode a dor, como um cão sacode as pulgas. Chega de te dares a essa parasita. Respira fundo. E aí, olha-te ao espelho. Gosta-te como nunca ninguém há-de gostar. E recomeça. Segue o teu caminho, a tua busca pela felicidade. Não olhes para trás, não é lá que a vais encontrar. Não pares à espera de ninguém, segue o teu ritmo. Não corras, tens tempo, desfruta do que te rodeia. Não caminhes de olhos no chão com medo de tropeçar, o azul do céu é tão mais bonito que o cinzento da calçada. Não desistas, o paraíso é já ali. Afinal, o coração não parte, o coração pára e, apenas quando morremos. Não te deixes morrer. 

(adoro-te de alma e sangue. sabes que estarei sempre ao teu lado, em todos os finais, em todos os recomeços...)


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Sugestões para o fim-de semana, beijos, beijos e algumas mordidelas....







Quem disse que "um beijo é só um beijo" certamente não foi beijado com um daqueles de tirar o fôlego. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente e muito mais...

O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo devem ser usados. 

O acto de beijar combina três sentidos: o paladar, o tacto e o olfacto. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte reacção emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o "sétimo céu". 

Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos são: 



1. Beijo de lado 

Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura. 
Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contacto dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal. 

2. Beijo inclinado 
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afecto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente. 

3. Beijo directo 
Quando os lábios dos dois se unem directamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranquilo e demorado, que pode expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de língua. 

4. Beijo pressão 
Os lábios pressionam-se fortemente com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la. 

5. Beijo superior 
Quando um  pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o "carinho" beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a responder a iniciativa do outro. 

6. Beijo broche 
Quando um se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua, esse beijo chama-se "luta de língua". 

7. Beijo palpitante 
Quando um deposita sobre os lábios do outro milhares de beijos bem pequenos e percorre toda a boca.

8. Beijo contacto 
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contacto com os lábios. 

9. Beijo para acender a chama 
É o beijo na junção dos lábios que costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão. 


10. Beijo para distrair 
O beijo ideal para quando estão a ver televisão e se quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos. Nem todos os beijos têm de ser na boca, Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a "batalha" são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço.

11. Beijo nominal 
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-la, com os dedos. 

12. Beijo com os cílios 
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos. 

13. Beijo com um dedo 
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo. 

14. Beijo com dois dedos 
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre sua boca. 



15. Beijo despertador

O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o outro está a dormir, para despertá-lo com suavidade. 

16. Beijo que demonstra 
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos, um dos dois aproxima-se do outro e beija-o suavemente na mão ou no pescoço. 



17. Beijo da lembrança 

É dado quando os amantes estão a relaxar após a satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe a coxa ou os dedos do pé. 

18. Beijo transferido 
Esse beijo acontece quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira. 

19. Beijo choroso 
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu retrato. 

20. Beijo viajante 
Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitação garantida. 

21. Beijo no peito 
Os beijos mais efectivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. 

22. Beijo sem pressa 
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada parte do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos. 




As mordidas recomendadas pelo Kama Sutra são: 

23. Mordida de Javali 
O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro. 

24. A nuvem quebrada 
Consiste em levantamentos desiguais da pele em círculo, produzidos pelos espaços que há entre os dentes. O Kama Sutra especifica que este tipo de mordida deve ser feita no peito. 



25. Mordida escondida É a mordida que só deixa uma intensa marca vermelha e que deve ser dada no lábio inferior. 


26. Mordida clássica
Quando se pega com os dentes uma grande quantidade de pele. 

27. O ponto 
Quando se pega com os dentes uma pequena quantidade de pele de tal maneira que só fique uma marca como um ponto vermelho. 

28. A linha dos pontos 
Quando essa pequena porção de pele é mordida com todos os dentes e todos eles deixam sua marca. Deve ser dada na testa ou na coxa. 

29. O coral e a jóia 
É a mordida que resulta da junção dos dentes e dos lábios. Os lábios são o coral e os dentes são a jóia. 

30. A linha de jóias 
Quando se dá uma mordida com todos os dentes. 


Espero ter ajudado...

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Parabéns Querida MisS

Faz hoje alguns anos regressaste a nós, (embora eu seja "a Memória" não sei quantos são os anos pois é uma época que não gosto de lembrar). Foram tempos de apreensão e medo mas felizmente um anjo apareceu em tua vida e trouxe-te de volta, e ainda bem que assim foi porque eu gosto muito de te ter por cá, és a única que me dá alguma luta no meu já conhecido sarcasmo e humor negro e também nos nossos embates, se bem que agora com a sabedoria que a idade no traz nossos embates sejam bem menos, és a pequena mais brava que conheço mas ao mesmo tempo quando te toca a ti e aos teus tens o coração mole e fraquejas mas sempre defendes os teus!
Querida MisS a nossa vida não seria a mesma sem ti ( a minha sei que não), por isso feliz aniversário do teu regresso!! 
We love you my dear bitch!!!



Analisando bem, acho uma bela ironia do destino que o teu regresso se comemore no dia das bruxas....

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Olha bem à tua volta e aceita as lições que a vida te dá...




Os meus avós viveram de costas voltadas por mais de 40 anos. Partilhavam a mesma casa, a mesma mesa, mas não trocavam uma palavra. Para mim, que cheguei a este jogo muito depois do seu início, a minha avó era a má da fita, para todos os outros era o meu avô, o que fazia com que todos estivessem contra ele. Não havia Suiça nesta família, quem estivesse com o meu avô estava contra a minha avó. O meu avô era um homem controverso no seio da minha família. Todos os respeitavam por obrigação mas, poucos o admiravam ou acarinhavam. Com os meus avós moraram dois netos, até à idade adulta. Nenhum deles mostrava o orgulho que o meu avô merecia, pelo contrário era notória até alguma vergonha e desprezo do homem simples, profundamente católico e nada materialista. Do homem que preferia gastar o seu dinheiro a patrocinar missões humanitárias, a contribuir para obras de caridade, a pagar a formação a missionários ou a oferecer infraestruturas à freguesia, ao invés de se rodear do luxo a que nunca se acostumou.
Acontece que, depois de o meu avô ter falecido, a neta que toda a vida viveu com ele e o destratou, achou por bem dar o nome do avô ao seu filho. A pessoa em questão é uma má pessoa, fraca, feia por dentro e por fora mas, acredito que, na sua forma retorcida de ser e à sua maneira, gostasse do avô. Acredito até que, para ela, esta singela homenagem apague 30 anos de desprezo. Mas, a verdade, é que é tarde demais.

Em todas as relações, sejam elas entre familiares, amigos ou amantes, o que importa é cuidar em tempo útil. Tratar, dizer e mostrar que se gosta enquanto se tem. Não é a quantidade de flores que oferecemos no funeral que diz o quanto gostamos de uma pessoa, nem as palavras bonitas que lhe dedicamos depois de elas terem saído da nossa vida. O importante não é mostrar aos outros o quanto gostamos de quem gostamos, mas fazer com que as nossas pessoas se sintam gostadas, enquanto estão ao nosso lado. E é aqui que a maioria de nós falha.

Hoje, pára dois minutos, olha para o teu lado e diz um gosto de ti sentido, antes que seja tarde demais...


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Voltar a ser criança para voltar a acreditar...


Any Magaña | via Tumblr

Ontem fui acompanhar um autocarro com 45 crianças rumo a uma aventura numa colónia de férias. O encontro estava marcado para as 9:30, às 9 em ponto já lá estavam todas, sem execepção numa espera ansiosa que não as deixou sequer dormir na noite anterior. A algazarra a bordo era muita. Barulhentos, irrequietos, malandros, mesmo como se querem as crianças. Ainda bem, assim também não houve hipótese a enjoos, a lágrimas de saudade, a arrependimentos de última hora. De entre todos aqueles bichinhos carpinteiros, havia um, particularmente irrequieto, que se destacava pela impaciência. Obrigou-me a sentar a seu lado, para ver se acalmava. Encetamos logo ali uma conversa. Entre o nervosismo e a excitação contou-me que está em pulgas para rever a Elisabete, a namorada que conheceu no ano anterior lá, na mesma colónia. Que está cheio de saudades, que foi difícil passar um ano inteiro sem a ver. Leva-lhe uma prenda: três batons e um coração recortado de cartolina vermelha com um poema escrito por ele. Os olhos brilhavam genuinamente.
Fiquei comovida. Acreditar no amor é preciso. É uma fé que se vai perdendo. À medida que vamos crescendo vamos desacreditando em realidades que nos fizeram muito felizes. O Pai Natal, a imortalidade dos nossos avós, a invencibilidade dos nosso pais, os finais felizes, o amor, outrora verdades incontestáveis, vão-se desfazendo com o contar dos anos, rebentando como bolhas de sabão mesmo em cima do nosso nariz. Mas o João não precisa de saber disso, não para já. Sorri-lhe e desejei que aquele brilho, aquela crença se prolongasse por muitos anos, ou pelo menos, durante os dez dias que vai estar junto da sua Elisabete.