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sábado, 4 de maio de 2013

10 anos, 2 homens, 1 livro...

 
2003, namorava com o A.
O livro favorito do A. era o Siddhartha.
Li o Siddhartha em 2003.
Gostei do Siddhartha, mas não Amei (nem o Siddhartha nem o A.).
Despedi-me o A. e segui caminho. Hoje o A. é casado e tem uma filha.
Eu, continuo a seguir caminho...

 
 2013, gosto do I.
O livro favorito do I. é o Siddhartha.
Leio o Siddhartha em 2013?
Pergunto-me se, será que desta vez o vou Amar...
Não sei.
Acho que vou seguir caminho...
 

quinta-feira, 4 de abril de 2013

memorize it...



Há dias, enquanto desfrutávamos de um fim de tarde em Miramar, a respirar o ar salgado e a descomprimir depois de um dia de trabalho, uma amiga, que partilhou comigo os bancos da escola desde o oitavo ano até ao último da faculdade, perguntava-me se eu me recordava da defesa da tese dela. Contava-me que não tem memória absolutamente nenhuma desse dia o que faz com que tenha  o sonho recorrente em que descobre que não é licenciada, que nunca chegou a concluir o curso. Brincamos com ela, até porque guarda algumas recordações fotográficas de momentos absolutamente inócuos e banais, um pouco tontos até, como no 9/11, quando tentou afincadamente convencer a muito desesperada J. a não estudar mais para o exame do Canotilho porque ia rebentar uma guerra mundial e, "Hei! de que vale o Direito quando do céu chovem aviões?"
Curioso isto da memória. Do que o nosso cérebro escolhe para guardar ou do que rejeita para não mais recordar, ou até do que decide reformular e arquivar numa versão mais interessante que a original. Pessoas, datas e histórias passam pela nossa vida ficando apenas algumas. Nem sempre as mais importantes, nem sempre as mais felizes mas, aquelas que, o nosso inconsciente acha importante guardar e que assim, como uma manta de retalhos, fazem o filme mental das nossas vidas. As mais tristes, as mais decepcionantes, essas têm um tratamento especial. Feitas de uma matéria mais resistente demoram a degradar-se. Vão-se esfarrapando, deixando pedaços um pouco por todo o lado. Oportunamente, o tempo acaba por as diluir e o inconsciente a guardar apenas uma versão resumida. A versão que nos lembra que temos cicatrizes mas, que nunca devemos deixar de tentar, pois, um dia, tudo cicatriza...

quarta-feira, 27 de março de 2013

Da minha MisS...

"Oh Mona eu espero por ti o tempo que for necessário..."

Amanha vou apanhá-la em Coimbra, no Intercidades, e agora só me lembro disto...

sábado, 29 de dezembro de 2012

Faz hoje um ano foi assim...


Dos espectáculos mais belos que já vi, sublime!!
Miss Smile adorei a tua tirania do ano passado...

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Faz hoje 25 anos foi assim...

Eu quis ver o jogo em directo porque sabia que o meu Porto iria ganhar, mas na altura meus pais não deixaram porque o jogo foi durante a madrugada, mas lembro-me de acordar e logo tentar saber qual tinha sido o resultado, foi um fim-de-semana e estávamos na Póvoa de Varzim na casa de uma tia minha, que tal como toda a minha família materna tem este amor pelo FCP, acho que já aqui disse isto, mas na minha família materna as crianças quando aprendem a falar, logo depois das palavras pai e mãe vem a palavra Porto, simplesmente não há como fugir, e a coisa entranha-se de tal forma em todos que ainda hoje tenho familiares cujo único ponto em comum é este amor ao nosso clube. Na parede da sala de jantar de casa de meus avós maternos havia uma imagem da última ceia (um clássico) e um quadro com o emblema do FCP para que todos o venerassem e desde muito cedo as crianças da família quando defrontadas com a seguinte pergunta onde está o maior? De imediato apontavam para o tal quadro do emblema do FCP, ao que meus avós sorriam embevecidos de orgulho...
Esta é mais uma memória de felicidade que tenho proporcionada por este grande Clube, e são já tantas....e tantas ainda virão certamente, doa a quem doer...


sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Estou completamente derretida com isto!

All I need is Love

Eu amo os marretas e esta música de Natal do Cee Lo Green com os marretas está deliciosa!

Uma pequena confissão, quando era criança meu pai chamava-me Miss Piggy, devido ao meu feitio de mandona e respondona que já se revelava nessa altura. E ainda hoje adoro a figura da Miss Piggy e sim identifico-me bastante com ela!!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Rebirth...



Hoje estou de parabéns. Hoje comemoro 12 anos. Não, não nasci no frio mês de Outubro, tão pouco no ano 2000 mas, renasci. Este foi o dia em que uma equipa fantástica de profissionais da medicina salvou a minha vida, numa fase em que já nem eu acreditava que seria possível. Mas comecemos pelo início...
Há 16 anos foi-me diagnosticada a doença de Crohn. À data, o mais difícil desta doença era o seu diagnóstico que só acontecia após vários meses de sintomas. Comigo foi diferente, o diagnóstico começou a desenhar-se mesmo antes dos sintomas físicos. Começou com uma anemia e a teimosia do meu médico de família em descobrir a sua origem. Quando começaram os outros sintomas já estávamos na pista do Cronh. Não foi um período fácil e claro, o pior cenário pairava nos meus pensamentos. Quando o gastro confirmou que era Crohn, que se tratava de uma doença muito em voga nos jovens, que era crónica mas que não dava para morrer, eu respirei de alívio, mesmo sem saber o que era a doença de Crohn. Eu processei: não é cancro. É uma doença fashion. Não vais morrer disto. Eu e o Crohn tivemos uma convivência pacífica até eu mudar de vida. A minha entrada na Universidade, a mudança de cidade, de casa, de amigos, de hábitos alimentares desencadeou uma grave crise. Seria apenas mais uma crise se, o ego do meu primeiro médico não fosse tão grande como a sua ignorância. A situação agravou-se ao ponto de eu correr risco de vida. Eu pesava menos de 40kg (deixei de me pesar quando cheguei aos 40), não tinha forças para dar 3 passos seguidos e era incapaz de me alimentar. A situação deteriorava-se de dia para dia e esta foi a minha realidade durante sete meses. Cheguei mesmo a ter um padre no quarto para a extrema-unção e os boatos da minha morte por vezes lá surgiam entre as conversas de café. A minha sorte mudou no dia em que o meu tio-avô, incomodado com o meu estado, com o meu desânimo e com as experiências do meu médico pegou em mim e me levou para o hospital da Universidade de Coimbra para ser vista por um professor doutor, conhecido por ser uma sumidade na doença. O homem, pelos meus exames, direccionou-me logo para aquele que ainda hoje é o meu médico e a quem entrego de cruz a minha saúde e a gestão da minha doença. Fui operada no dia 31 de Outubro e aí renasci. Passados 15 dias estava a sair do hospital pelo meu pé, com algum do peso recuperado. Um mês depois estava de volta às aulas e á minha vida até aí suspensa. Desde essa data nunca mais tive uma crise que necessitasse de internamento hospitalar. Aprendi a viver com o Crohn e ele aprendeu a viver comigo. Eu abdiquei de comer especiarias e ele aprendeu a gostar de chocolate. Mais do que as cicatrizes, a doença deixou marcas internas, mudou a minha personalidade, a minha maneira de ver e estar no mundo. A minha vida divide-se em AC e DC, sendo que aqui o C é de Crohn. A minha realidade é em tudo semelhante à de qualquer pessoa sem enfermidades, com a diferença de que tenho um maior conhecimento sobre casas de banho públicas. Não me sinto mais nem menos por ter uma doença crónica, encaro a minha situação com normalidade e até com humor. A aceitação da doença como coisa intrínseca, foi um processo que durou anos e que fez parte do meu crescimento. Hoje, dedico-lhe a mesma atenção que dedico ao meu apêndice ou ao meu baço, tenho mesmo um acordo implícito com o meu médico, eu trato da minha vida ele trata da minha doença. E assim tem resultado lindamente, já lá vão 12 anos.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Para ti, Isa

Papel de Parede de Flor Tulipas Roxas
 
Porque contigo aprendi a ser Mulher... (e porque nunca me vou esquecer do meu primeiro tampão!!)
 
Porque em tempos, foste sempre tu que alinhaste nas minhas loucuras... (das quais guardo grandes momentos inesquecíveis, banhos nocturnos, banhos à chuva, e muitas noites maiores que os dias...)

Porque tenho uma tatuagem (oferecida por ti e pela sister).
 
Porque contigo fomos longe... e vamos sempre mais além!

Porque perto de ti somos Sempre melhores!

Porque (como diz a minha irmã) és o nosso pilar!
 
Porque adoro a tua menina (e queria uma assim para mim)!
 
E porque contigo a vida é bela (e é mesmo Boa)... (e, desde que sou Mona tu estás lá).
 
Parabéns Isa!
 
 
P.S. mais uma vez Obrigada pelo lanche de ontem. Até logo à noite!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Hoje é dia de serenata....

 
 
 
em Coimbra. E que saudades que eu tenho da minha Coimbra. Incrivelmente em cinco anos e, apesar de morar na Sé Velha, onde fazem as serenatas da queima, nunca vi nenhuma de princípio a fim. Nunca aprendi a gostar verdadeiramente de fado, pelo menos o fado de Coimbra. Sei que é uma heresia dizer isto mas, é a verdade. Acho-o demasiado melancólico, depressivo até. O que não me impede de ter muito boas recordações destes dias. A minha primeira serenata (aguentei três canções) ouvi-a no Pátio da Universidade, como mandava a tradição. Foi nesse dia que me apaixonei por Coimbra. Passar a Porta Férrea, a escadaria da faculdade de Direito levemente iluminada com os fadistas perfilados, a Cabra linda à luz da lua. Toda um multidão vestida de preto, de capa traçada a ouvir e a sentir o dedilhar nas guitarras e a voz do fadista. Coimbra arrebatou-me completamente, conquistou-me pela tradição, pelo significado, pelo amor que lá se respira. Só sente Coimbra que lá andou. Afinal é lá que se aprende a dizer Saudade.

domingo, 15 de julho de 2012

Eu frustrada me confesso...


Hoje vou assistir assistir àquela que é talvez a minha maior frustração de infância...

 Na procissão em honra de São Bento reza a tradição que haja um coro de meninas virgens a  cantar ao santo. É decorado um veículo em tons brancos, símbolo da pureza, as meninas são alinhadas numa escadaria e a corista principal tem direito a um elevador que sobe quando esta começa a cantar, dando a sensação de uma aparição. Todas as meninas envergam vestidos rendilhados brancos pirosíssimos, que me maravilhavam. O coro canta quatro vezes ao longo da procissão, e tem direito a banda e tudo. Sempre foi um dos meus sonhos integrar este nicho de meninas bem comportadas e vozes angelicais embora, não me encaixasse em nenhuma destas categorias. No início achava que as meninas eram convidadas, uma espécie de reconhecimento pelo seu exemplo, até ao dia que descobri que afinal prestavam-se provas vocais e o comportamento  era acessório... Num dos anos, lá me apresentei eu às provas, disposta a mostrar todos os meus dotes vocais e surpreender-me até a mim mesma. As provas eram conjuntas e começavam por ordem alfabética, o que me atirou para o lote das últimas a mostrar o que valia. Todas as outras meninas haviam tido a preocupação de decorar o repertório do coro e cantavam-no orgulhosas ao maestro. Quando lhes era pedido para cantar outra coisa, elas lá desencantavam uma composição religiosa. O maestro ia fazendo reparos e pedidos que elas compreendiam e cumpriam, eu estava numa realidade paralela, sem perceber nada. Com o desenrolar das prestações apercebi-me que se calhar a coisa não iria correr tão bem como eu teria pensado, afinal não sabia nenhuma música da igreja e não fazia ideia do que é que o maestro queria dizer com aquelas palavras complicadas.
Chegada a minha vez, o maestro perguntou-me se tinha preparado alguma coisa, não quis dar uma de desleixada e disse que sim. Mandou-me então começar. Senti todos os olhos na sala postos em mim, todo o meu sangue foi ter às minhas bochechas que reluziam de tão coradas. Inspirei fundo, e deixei que a voz que me habita saísse. Foi então que se ouviu o "atirei o pau ao ga-to-to mas, o ga-to-to não morreu-eu-eu...". A gargalhada foi geral, o maestro olhava escandalizado para mim. Eu permanecia com um sorriso malandro. Não fui gozada, porque todos achavam que eu estava a gozar. A minha tentativa de cumprir aquele que era o meu secreto desejo, foi interpretada como uma rebeldia, uma espécie tomada de posição da miúda que só andava com rapazes e, achavam eles, desprezava essas "merdas" de meninas. Tornei-me numa lenda e nunca admiti o meu secreto desejo de ser uma corista virgem.
Hoje confesso, eu queria mesmo fazer parte daquela pirosice.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Falta-me uma identidade...

Nunca pertenci a uma tribo. Nunca fui catalogada pelo que gostava ou pela forma como me vestia. Nunca fui metaleira, rockabilly, pop-star ou marrona. Era, ainda sou, rebelde mas, nunca fui etiquetada. Simplesmente nunca preenchi todos os requisitos necessários para pertencer a uma só tribo. Na escola dava-me com os metaleiros (aprecio moderadamente o género musical e o preto é a minha cor), simpatizava com os desportistas, saía com os rockeiros, era amiga dos betos e nunca desprezava os marrões. Na universidade, os meus amigos, de todos os dias, eram os intelectuais de esquerda. E era estranho qb. Eles eram radicais ao ponto de não comerem no MacDonal's e de se recusarem a beber Coca-Cola, eu desfilava com uma camisola Tommy com a bandeira dos EUA. Sempre nutri amizades com gentes de todos os quadrantes. Gente diferente de mim, gente parecida comigo. Sempre olhei para lá dos gostos, crenças e aparências das pessoas. Dito assim até que não está mau mas, quando folheio os meus álbuns de fotos dos tempos que passaram sinto que faltam fotos de um eu mais dramático, com cabelo cor-de-rosa, ou com brilhantina, ou caveiras e correntes,  ou maquiagem pindérica, ou cores psicadélicas. Quando me perguntam o que é que eu era, respondo: o que sou, sem os upgrades. Não tenho nem nunca tive outra identidade e, hoje à distância dos anos lamento a falta dessas fotos no álbum da minha vida.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Hoje deu-me para isto...*




The First Letter
July 6, in the morning
My angel, my all, my very self - Only a few words today and at that with pencil (with yours) - Not till tomorrow will my lodgings be definitely determined upon - what a useless waste of time - Why this deep sorrow when necessity speaks - can our love endure except through sacrifices, through not demanding everything from one another; can you change the fact that you are not wholly mine, I not wholly thine - Oh God, look out into the beauties of nature and comfort your heart with that which must be - Love demands everything and that very justly - thus it is to me with you, and to your with me. But you forget so easily that I must live for me and for you; if we were wholly united you would feel the pain of it as little as I - My journey was a fearful one; I did not reach here until 4 o'clock yesterday morning. Lacking horses the post-coach chose another route, but what an awful one; at the stage before the last I was warned not to travel at night; I was made fearful of a forest, but that only made me the more eager - and I was wrong. The coach must needs break down on the wretched road, a bottomless mud road. Without such postilions as I had with me I should have remained stuck in the road. Esterhazy, traveling the usual road here, had the same fate with eight horses that I had with four - Yet I got some pleasure out of it, as I always do when I successfully overcome difficulties - Now a quick change to things internal from things external. We shall surely see each other soon; moreover, today I cannot share with you the thoughts I have had during these last few days touching my own life - If our hearts were always close together, I would have none of these. My heart is full of so many things to say to you - ah - there are moments when I feel that speech amounts to nothing at all - Cheer up - remain my true, my only treasure, my all as I am yours. The gods must send us the rest, what for us must and shall be -
Your faithful LUDWIG.

The Second Letter
Evening, Monday, July 6
You are suffering, my dearest creature - only now have I learned that letters must be posted very early in the morning on Mondays to Thursdays - the only days on which the mail-coach goes from here to K. - You are suffering - Ah, wherever I am, there you are also - I will arrange it with you and me that I can live with you. What a life!!! thus!!! without you - pursued by the goodness of mankind hither and thither - which I as little want to deserve as I deserve it - Humility of man towards man - it pains me - and when I consider myself in relation to the universe, what am I and what is He - whom we call the greatest - and yet - herein lies the divine in man - I weep when I reflect that you will probably not receive the first report from me until Saturday - Much as you love me - I love you more - But do not ever conceal yourself from me - good night - As I am taking the baths I must go to bed - Oh God - so near! so far! Is not our love truly a heavenly structure, and also as firm as the vault of heaven?

The Third Letter
Good morning, on July 7
Though still in bed, my thoughts go out to you, my Immortal Beloved, now and then joyfully, then sadly, waiting to learn whether or not fate will hear us - I can live only wholly with you or not at all - Yes, I am resolved to wander so long away from you until I can fly to your arms and say that I am really at home with you, and can send my soul enwrapped in you into the land of spirits - Yes, unhappily it must be so - You will be the more contained since you know my fidelity to you. No one else can ever possess my heart - never - never - Oh God, why must one be parted from one whom one so loves. And yet my life in V is now a wretched life - Your love makes me at once the happiest and the unhappiest of men - At my age I need a steady, quiet life - can that be so in our connection? My angel, I have just been told that the mailcoach goes every day - therefore I must close at once so that you may receive the letter at once - Be calm, only by a calm consideration of our existence can we achieve our purpose to live together - Be calm - love me - today - yesterday - what tearful longings for you - you - you - my life - my all - farewell. Oh continue to love me - never misjudge the most faithful heart of your beloved.
ever thine
ever mine
ever ours

"Immortal Beloved" de Ludwing van Beethoven

A carta "Amada Imortal" de Beethoven foi encontrada na sua secretária após a sua morte em 1827. Para muitos será sempre um mistério, pois nunca se descobriu a sua verdadeira destinatária, apenas especulações que seria para Antonie Brentano, na altura casada com outro homem. Para além de um génio da música clássica e romântica foi um grande Homem que escreveu uma carta de amor eterna... em "Cartas de Amor de Grandes Homens"


*Atenção, por favor, não confundir o título com uma rubrica de uma blogger "famosa". Obrigada!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Músicas que mexem comigo #11

Hoje é esta, porque me lembrei desta música esta semana, e juntamente com a música veio a lembrança de uma altura da minha vida em que passava horas a ouvi-la de tanto que gostava, e em que a minha única preocupação era estudar para os testes na véspera para conseguir tirar positiva, e tentar fazer certas e determinadas coisas sem que os meus pais soubessem...

By My Side - INXS


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Achavas que era só mamar?

"Quem com ferro fere, com ferro será ferido ..."
Foste a amante, destruíste um casamento, passaste a namorada, dondoca de um "suposto Jet7", mãe do filho, e agora tcharan... a cornuda!!!
Tiveste direito a Gucci, Louboutin, relógios Patek Philippe ou Frank Muller, uma residência na Foz, a cabelo e mamas novas, de Elisabete Caralho ups Carvalho passaste a Bé, e ainda te queixas? Bézinha quem te deu a mama? Se o Vítor te deu também te pode tirar! Ou pensavas que era vitalício? Eu ainda me lembro da primeira vez que apareceste nas revistas, há 6/7 aninhos que nem o cão tinhas pago ao dono! 

Agora acusar o Vitor Baia de roubo é bonito!
"Quem com putas joga ao vinte, ou fica pobre ou pedinte!" Ah pois é, já dizia a bisavó da minha mãe, minha trisavó.
Lindo!!!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Musica do dia - To love Somebody

Porque o Cabrão do cancro levou mais um, Robin Gibb dos Bee Gees, porque eu cresci a ouvir Bee Gees (o meu pai é grande fã) e porque esta música é uma das minhas preferidas de sempre, aqui fica a música do dia, "To love somebody...



Se bem que deva dizer que a minha versão preferida é mesmo esta do Jimmy Sommerville, que me traz á memória tempos de adolescência e suas loucuras...



sábado, 19 de maio de 2012

Para ti Ritinha...





da esquerda para a direita:
Ritinha, Miss S, Srª Dona Mãe, Miss Smile, Mona e Gija!!!

Porque hoje estás duplamente de Parabéns!
Faz hoje cinco aninhos e estávamos a celebrar o teu belo casamento, num dia absolutamente fantástico e memorável, incrível como o tempo passa mas as boas memórias perduram... São momentos como esse e o da foto (no baptizado do teu J.P) que nos fazem aquilo que hoje somos e, se nos últimos tempos, as comemorações são menores, a distância maior, o que realmente importa é, a nossa Amizade e o que nos une! 
Por tudo isto e, porque hoje é o teu dia e isso significa, Festa... Vamos mas é curtir, porque senão a vida só nos fode... 


P.S. Isto também é uma tentativa de persuasão para ires à festa do R.