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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Esta ponte não me levou a lado nenhum...


 
Uma pessoa tira o dia de férias para organizar umas coisas em casa. Primeira tarefa, guardar a roupa de Inverno e resgatar a de Verão do fundo dos armários. Esvazio os gavetões e armários para cima da cama. Toca o telefone. Aparentemente os problemas não fazem ponte. Meia dúzia de telefonemas depois, uns desentendimentos e uma possível acusação por desacato à autoridade, volto aos meus afazeres. Olho para a confusão em cima da cama. Foda-se! agora não me apetece. Acabo de almoçar. Continua a não me apetecer encarar a confusão. Próxima tarefa: comprar umas coisas na net e procurar um vestido para a comunhão da M. Adormeço ao ver umas quantas centenas de vestidos, nenhum que me deslumbre by the way... Acordo com o telefone. Segundo pepino do dia. Mais uns telefonemas, uns quantos emails e fico a saber que tenho uma reunião às sete (foda-se, foda-se, foda-se! e o pior é que sei que não vai ser bonito). Retomo aos vestidos. Estou tentada a comprar dois, porra a eterna problemática do tamanho, 8 ou 10?! Não estou com paciência para isto! Nem para arrumar a roupa que continua em cima da cama. Mais um telefonema. Lucky me! outra reunião às 21:30! Respiro fundo... Ainda é possível salvar o dia. Vou buscar o A. à escola, vamos lanchar e dar uma volta ao parque... A roupa vai continuar em cima da cama, provavelmente até à hora de me ir deitar... logo se vê...
 
 
 
 

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Ah! rico Domingo...


Dormir quatro horas, acordar com uma dor de cabeça do tamanho de uma melancia. Levar os sobrinhos ao espectáculo da Disney. Ressacar num pavilhão cheio de crianças. Aturar 90 minutos de estórias melosas onde são todos felizes para sempre (como é que não havemos de ser adultos deprimidos se em crianças só nos vendem estórias cor de rosinha?) para, no fim, perguntar ao A. o que é que gostou mais e levar com a resposta:  "foi o intervalo, quando o tractor entrou para arranjar o gelo!"

Para a próxima vais ao stand da New Holland...



sexta-feira, 5 de abril de 2013

bagagem...



Estou a algumas horas de partir de férias (versão família) e ainda não preparei a mala. Apesar de gostar muito de ir, detesto a canseira que é fazer a mala, organizar tudo, pensar nos coordenados todos, antecipar vontades que não sei se terei... A mala está lá, repousada junto à cama há dois dias, aberta como a boca de hipopótamo à espera de ser alimentada. Lá dentro apenas a roupa de desporto, sim sou crente o suficiente para achar que vai estar bom tempo para fazer as minhas caminhadas junto à ria Formosa. 
Não vou conseguir safar-me da empresa muito antes da partida, pelo que já estou a antecipar o drama que vai ser quando a minha irmã chegar à minha casa para me apanhar e me vir de volta da mala, ainda. Ela, no seu jeito trágico habitual a azucrinar-me a cabeça por ser sempre a mesma coisa, "porque não vamos conseguir passar o Porto antes da hora de ponta, porque nunca mais chegamos a Lisboa à hora de jantar"... O meu afilhado a puxar-me o vestido e em modo papagaio a perguntar "inda não tás ponta madinha? inda não tás ponta madinha?" , a minha sobrinha a mexer em tudo e, com aquele ar de pré-adolescente  que venera Selena Gomez, a perguntar "a sério que vais levar isto?". E eu, prestes a dar em louca com toda aquela agitação à minha volta, a agarrar em tudo o que aparecer à frente e a enfiar dentro da mala, agora sem a preocupação dos coordenados, dos acessórios, do tempo que vai fazer... para depois chegar ao destino, constatar que me falta muitas coisas essenciais mas que, afinal até posso passar sem elas...


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Doçuras do meu país!!

Ontem fui com meus irmãos almoçar no Centro Histórico da minha cidade, no fim do almoço a Mona sugeriu irmos a outro lado comermos a sobremesa, pois apetecia-lhe comer um doce que é típico aqui da cidade e só há em determinados locais, por ser um doce muito complicado de fazer e de fabrico artesanal, que são as Tortas de Guimarães, que digo já, são divinais, mesmo uma coisa do outro mundo!!! Entretanto, enquanto saboreávamos esta iguaria, lembrei-me de uma conversa que tive recentemente nas férias com a Miss S e a Miss Smile, quando estávamos em Azeitão a saborear as deliciosas Tortas de Azeitão, em que eu dizia que embora achasse as Tortas muito boas, continuava a achar que os Pasteis de Tentúgal são um dos melhores doces regionais, ao que Miss S me respondeu que lhe era impossível escolher só um, pois adorava todos os nossos doces, ao que eu respondi que pensando bem, de facto, embora tenha um carinho especial pelos Pasteis de Tentúgal, adoro vários dos nossos doces de igual forma, de tal maneira que se me apresentassem todos juntos seria um problema e uma tortura ter de escolher um!! Posto isto, deixo aqui uma pequena amostra de alguns dos meus doces regionais preferidos, só para que comam com os olhos...

 Toucinho do Céu 
(que eu faço muito bem!!!)

 Tortas de Guimarães

 Maminhas de freira 

 Pasteis de Tentúgal

 Pudim Abade de Priscos
(que a minha mãe faz muito bem!!)

 Dom Rodrigo

 Travesseiros de Sintra

 Tortas de Azeitão

Pão de Ló Húmido

Acho que ao fazer este post, além de ter ficado a salivar, engordei uns 2 Kg só de pensar em comer estas maravilhas... 

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ser moníssima é...

 
 
é ter alegria de viver, gargalhar bem alto, rir da situação, rir de nós próprios, rir dos outros, não por escárnio ou gozo mas, porque acreditamos ser a melhor forma de encarar a vida. É ser um pouco criança,  rir da situação mais estapafúrdia e da mais inocente com a mesma intensidade. Ser monissima é não deixar transparecer as preocupações, é acreditar que a vida é demasiado curta para ser levada a sério, é aproveitar os momentos entre amigos para lavar a alma com sonoras gargalhadas, com teorias surrealistas que desencadeiam risos constantes. Há quem não compreenda esta forma de estar. Há uma franja de gente complexada que, de cada vez que ouve alguém rir, pensa imediatamente que estão a rir-se dela. Outros há que reconhecem a alegria genuína e partilham-na. Nós, monísimas tínhamos já a noção de que somos intimidantes, ao que parece é mais fácil socializar com pessoas menos animadas. Há ainda muito medo do riso.  Isto a propósito de duas situações que se passaram nos útimos dias. Primeiro, por um cigano a vender óculos Raibani que, apesar de dizermos que não estavamos interessadas,  insistiu em seguir-nos até ao carro e a meter conversa, já com o intuito comercial secundarizado. Respondemos com boa disposição, até surgir um outro que começou a distribuir insultos gratitutamente. Entre bimbas, fufas e pedófilas, levamos com tudo, além da ameaça de nos roubar, só porque merecíamos este castigo. Claro que, este chorrilho de insultos, não nos abalaram minimamente, aliás só contribuíram para aumentar a boa disposição, e irritar ainda mais o imbecil. Numa outra situação, na Quinta dos Lóridos, uma família ao ouvir as nossas gargalhadas perguntou-nos imediatamente de que zona do Norte éramos. Metemos conversa, disseram-nos que iam picnicar e convidaram-nos a almoçar com eles. Duas posturas diferentes, duas formas distintas de encarar a nossa boa disposição. Quando estamos juntas não passamos despercebidas, é facto, o que não quer dizer que estejamos a ser bully (claro que, se estiveres de leggins brancas, mini jupe amarela, camisa às flores e casaco às riscas, é bem possível que estejamos a rir-nos de ti...). Se, algum dia te cruzares com 4 ou 5 gajas super bem dispostas, que não têm problemas em rir e falar alto, não temas, junta-te à festa, paga um copo e recebe uma dose de boa disposição. (se fores tão frustrado ao ponto de não suportar o riso, escusas de nos ofender porque, isso só vai fazer-nos rir mais)...



segunda-feira, 27 de agosto de 2012

sábado, 25 de agosto de 2012

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Descobri que sou uma púdica...

Hoje, ao preparar-nos para ir jantar, vesti uma blusa em tecido crepe florido um pouco transparente, a sugerir o sutiã. Assaltada por algumas dúvidas perguntei à Miss Smile se não estaria demasiado transparente e se achava melhor vestir um top interior, Miss Smile analisou, viu de diversos ângulos e concluiu que era decente, eis senão quando, aparece a Gija, toda gaiteira, numa blusa toda ela rendada, onde o sutiã não era sugerido, era mostrado... Eu e a Miss Smile trocamos um olhar e desatamos numa gargalhada. E assim fui rotulada de púdica...

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Chinelos serão sempre chinelos...




As havaianas comemoram este ano o seu 50º aniversário! É notável que uma empresa subsista, no mercado, durante 50 anos mas, é ainda mais notável a capacidade que esta marca teve para se reinventar e passar de chinelo de pobre a marca de culto, super-hiper fashion. Conheço as havaianas desde que me conheço. Toda a vida as usei e sempre tive bastantes, vicissitudes de quem tem muita família no Brasil. Sempre que me ligavam a perguntar o que queria de prenda a resposta era a mesma, biquínis e havaianas. Respondiam-me sempre que isso era chinelo de favelado e que não valia nada. A minha rendição à marca é muito anterior à revolução fashion, sempre a preferi por duas razões muito práticas: porque não escorregam (mesmo nos penedos) e porque não se desencaixam, nada pior que ir a andar e o chinelo ficar para trás. Confesso que tenho alguma resistência em aceitar as havaianas como um acessório so fashion. Por estes dias, que o meu destino é a praia, é sem dúvida o meu calçado de eleição mas, confesso que não gosto de ver havaianas em ambientes menos descontraídos. Sair à noite de havaianas não pode ser fashion, mesmo que estas já não custem 3 reais. Ver uma pessoa, homem ou mulher, que até despendeu algum tempo e cuidado a arranjar-se (mesmo que o resultado não seja o melhor) de chinelos no pé não me parece nada bem. Por muito glamour que a marca tenha, não deixaram de ser uns chinelos...

Obrigada Moninha...

Ontem foi dia das Monissimas serem presenteadas com um belo jantar no cantinho da Mona. As fotos falam por si...






Porque férias não é só sinónimo de litoral...












segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Gracias cariño....



Monissimas e Pequenos Pormenores
                                       Monissimas (excepto Isa) e Pequenos Pormenores

É certo que a amizade não se agradece mas, quando somos recebidas com tanto carinho e boa vontade, quando nos instalamos na casa dos amigos com o à vontade de quem partilha o dia-a-dia, mesmo estando distante durante todo o ano, não há como não agradecer. Agradecer a amizade, a partilha, a existência. Agradecer as gargalhadas, a cumplicidade, a preocupação e os conselhos. Agradecer as brincadeiras, os agrados, as recordações e as histórias. Agradecer a partilha de conhecimento, as conversas, os petiscos e os passeios. Por tudo o que já passamos, e por tudo o que ainda temos para viver, no norte, no oeste ou em qualquer outro ponto cardeal estamos gratas por te ter como amiga e por ter o privilégio de compartilhar momentos de alegria contigo e com os teus, em especial com o teu pestinha que é  um reguila adorável.
Um enorme Obrigada! <3