terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Monólogos da Mona...


Mona, amanhã não esquecer de usar aquela máscara simpática e sorridente, quando a vontade é,
"vai tomar no cu!"

Hoje "tou" assim...


 ...amanhã espero estar melhor... porque senão vai tudo "pó caralho"!

Serviço Público feminino

Porque as Monissimas gostam de ajudar quem precisa vejam aqui uma dica que podem achar útil...

Ainda há quem diga que não se encontram coisas interessantes na blogosfera...

Eu hoje  fiquei a saber que a vagina tem um cheiro típico a bacalhau!!


Ansiedade total

Cada 6 meses há um dia em que o meu coração fica bem apertado só á espera de receber boas noticias, hoje é um desses dias...

Encontra as diferenças...


Quando vi esta foto:



o que me ocorreu foi isto:



Parabéns!!!

Parabéns David!!!
Como eu gostava de dar uma prenda especial...


Já agora, aviso que o meu aniversário está aí a chegar e se quiseres tu poderás ser a minha prenda especial....

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A Utopia morreu...



Hoje estive ausente das redes sociais. Não liguei o skype, não abri o facebook. Depois de um dia de merda, conecto-me ao  mundo para desopilar, achava eu... Fico a saber que morreu o Nuno Felício. Aos 38 anos! Radialista forjado na RUC, os mesmos corredores onde muitas vezes nos cruzamos. Foda-se! Definitivamente hoje não é o dia para ter esperança na vida...



Até sempre Nuno...

I'm a classy, classy girl...

Bdr-w-pccaeuxp1_large


Eu não perdoo. É um conceito que não concebo. Do alto dos meus trinta e poucos anos, admito que não tenho a maturidade ou a magnificência para perdoar. Pode ser que, um dia e após um retiro espiritual no Planalto Tibetano, entre o nada e o vazio encontre o significado deste gesto mas, para já é apenas um verbo oco. O que não significa que me consuma com desejos de vingança ou planos para prejudicar quem me prejudica a mim (ou aos meus), ou sequer que ganhe rugas a pensar demasiado sobre o assunto. Se alguém atenta contra a minha pessoa, se me faz mal a uma escala de prejudicar irremediavelmente, assimilo, retiro daí as devidas lições e, sigo o meu caminho, não sem antes apontar a vermelho essa falta no meu livro de vida. Um dia, e porque acredito no karma e na ironia da vida, esse ser que ousou atentar contra a minha pessoa haverá de provar o próprio veneno sem eu ter de sujar as minhas tão graciosas mãozinhas.
Hoje tive uma altercação com uma pessoa que tem o intuito de me prejudicar, uma pessoa que não merece sequer menção nesta maravilha de blog, de tão rasa que é. Mantive a minha melhor postura apesar de a vontade de lhe saltar ao pescoço ser enorme. Disse o que tinha a dizer, respondi às acusações ignóbeis que me dirigia com o melhor do meu sarcasmo, um desperdício de genialidade já que a avestruz não deve ter percebido e, ordenei que se retirasse, não sem antes lhe dar um ar do meu poder. Já sozinha, respirei fundo, deixei que a onda de irritação e indignação que se agitava cá dentro rebentasse, repeti mentalmente o meu mantra. Discuti comigo mesma sobre a eficácia da inteligente atitude de ser superior versus o consolo imediato de lhe dar o que merecia. No final das contas acho que fiz bem, afinal e, não obstante os palavrões, I'm a classy girl. Mas, não perdoo, tão pouco esqueço e, um dia, ainda hei-de ver esse ser a arder enquanto desfruto de um copo de água bem fresca...

Painting & Poetry III

See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the highest resolution version available.
Vincent van Gogh


...

Ter só dedos e dentes é muito triste: 

dedos para amortalhar crianças, 
dentes para roer a solidão, 
enquanto o verão pinta de azul o céu 
e o mar é devassado pelas estrelas. 

Porém eu procuro-te. 
Antes que a morte se aproxime, procuro-te. 
Nas ruas, nos barcos, na cama, 
com amor, com ódio, ao sol, à chuva, 
de noite, de dia, triste, alegre — procuro-te. 

                                                                                  Eugénio de Andrade

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Time changes the flavor...

Tumblr_mhxut9jpcz1rwxyiko1_500_large


Sou uma espécie de junkie. Quando gosto de uma coisa consumo-a de forma quase obsessiva. Seja comida, bebida, uma música, um autor, uma citação. Se gosto, se desperta algo em mim, uso e abuso no seu consumo, até ao ponto de enjoar. Então coloco essa súbita paixão na prateleira. Passam-se anos até redescobrir o seu sabor, e este raramente tem o mesmo travo. Por vezes a memória volta em força e compreendo a minha obsessão na altura, outras não consigo entender o que é que via naquilo. Há dias, numa conversa de amigas veio à tona uma dessas minhas obsessões. Era uma frase de um filme, não me lembro qual era o filme, os actores ou sequer a história. Lembro-me de o ter visto no velhinho cinema Avenida em Coimbra. Lembro-me de subir a rua do mercado a caminho de casa na Sé Velha, sempre a repetir a frase. E sim, lembro-me de, nos dias seguintes, responder a todas as perguntas com um: "you can not walk away from love". Foi de tal forma viral que, ainda hoje, as minhas antigas roommate recordam esse episódio sempre que o tema é romance. E, então, lá surge a fala, em jeito de sábio conselho; "you can not walk away from love".
Havia um contexto que enquadrava estas palavras. Havia um sonho, uma esperança. Uma sucessão de creepy coincidences que pareciam gritar a inevitabilidade de um destino. Uma inevitabilidade que não se cumpriu.  À época, esta obsessão fazia sentido, hoje é estranha, as palavras já não casam. Já não sabe ao mesmo. Traz um trago amargo. Traz a dúvida, a decepção. Can´t we really? 

Uma questão de gosto


Words I need today...



"Fight and you may die. Run and you will live at least awhile. 
And dying in your bed many years from now, would you be willing to trade all the days from this day to that for one chance, just one chance, to come back here as young men and tell our enemies that they may take our lives but they will never take our freedom!"

                                                                        William Wallace, Braveheart


(just looking for the strength)