Tenho-me como uma pessoa inteligente. Gosto inclusive de, de quando em vez e, assim ao estilo de programa domingueiro, pavonear a minha inteligência. Acontece que, nos últimos dias, vi-me chamada à condição de ser ignorante. Tento, luto contra a minha limitação, procuro explicações, pesquiso teorias mas, a verdade é que, a minha capacidade cognitiva encontrou aqui o seu limite. Humildemente confesso, não perceber a problemática do de ou da que tanto tem perturbado a nossa classe política e legislativa. Terá mesmo uma mera preposição, com duas letras apenas, a força para mudar todo o sentido de um texto? Acredito que seja uma questão orgástica para a Edite Estrela. Já eu, resignada agora ao estreito campo da minha limitação, admito não ver diferença em pronunciar filho da puta ou filho de puta quando, o que se pretende é dizer que foi uma puta que o pariu...
2 comentários:
Muito bem observado!
Eles preocupam-se com isso porque não têm mais com o que se preocupar, afinal o país não está em crise nem nada!
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