sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Para quem de direito...



Para ti...

Always a doer, never a talker...





Há dois tipos de pessoas no mundo: as que fazem e as que falam. As primeiras são aquelas para quem todos se viram no momento do aperto. São as que têm pulso para reagir, para tomar uma atitude, para fazer o é preciso. São as que sonham e ousam buscar o sonho. São as que vivem, arriscam e não têm problemas em aceitar as suas consequências, entre elas a maledicência de quem cruza os braços e apenas assiste.  As segundas têm a coragem toda concentrada na ponta da língua que usam como arma. Invejam os fazedores e não têm qualquer pejo em criticar e injuriar quem prefere fazer a falar. São as eternas vítimas. Estas criaturas não vivem senão pela projecção de toda a frustração que carregam e que transpõem para a amargura e inveja com que criticam os fazedores. São pobres seres capados de livre-arbítrio que hão-de viver para sempre acorrentados à caverna de Platão, sem nunca se aperceberem que "vozes de burro não chegam aos céus"...


2 Shiuuuu's...



(que bonitos...)


(que morcões...)

daqui

Músicas que mexem comigo#40

MUSE
SUPERMASSIVE BLACK HOLE


Uma das minhas músicas anti neura!!!
E hoje é dia de a ouvir em loop...
E Junho que nunca mais chega...

Ready or not?

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E se hoje for diferente. E se a rotina do teu dia-a-dia for, hoje, subitamente interrompida por algo inesperado. Acordas, cumpres as mesmas tarefas de sempre mas, algures na mecânica do universo, algo mudou. Basta um momento, um milésimo de segundo para que a tua realidade se altere, para que o teu mundo complete os 180º que te separam do céu ou... do chão. Podes acertar nos números do euromilhões, ganhar ou perder alguém, podes encontrar o amor em qualquer das suas formas ou, podes apenas acordar com outros olhos. Olhar o mundo de uma maneira completamente nova, sentir a mudança dentro de ti. Ver caminhos que antes não estavam lá e calcorreá-los, sem medo.   Um dia, um momento, uma percentagem ínfima da tua existência é o tempo necessário para a mudar a tua vida. Esse dia chega para todos, sem aviso, sem preparação. E se for hoje? 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

E o jantar de hoje é......

uma bela d'uma punheta.

Bacalhau: Supermercado "O Candeias"
Cebola: Quinta D. Juan
Azeitonas: Milinha, curtidas por D. Juan.
Azeite e pimenta: Comercio local

Ps: Não está na foto mas é obvio que não pode faltar o naco da broa (pena é não ser broa da cassação)

Consequências das sombras cinza...

A propósito do post da Mona sobre o encontro com os gatos brasucas que foi neste bar, o qual eu recomendo pois as caipirinhas eram deliciosas o chopp vinha para a mesa e logo os copos ficavam vazios tal era o calor e em que chegamos á conclusão que embora o croquete brasileiro seja muito maior que o português o bolinho de bacalhau é bem mais pequeno, ( mas isso é outra história que talvez venha a contar) lembrei-me de algo que também tem a ver com o tema deste  post de ontem.  A certa altura a conversa caiu sobre os famosos livros, que no Brasil também andam por todo o lado, aliás eu reparei que no metro e na praia não se vêem muitas pessoas a ler e as que vi, quase todas estavam a ler um desses livros e claro que eram mulheres. Mas falando dos tais livros, haviam pessoas na mesa que não sabiam o teor dos mesmos, então eu expliquei e a Mona mais detalhadamente pois estava precisamente a ler o 3º volume, e então um dos gatos que ja tinha ouvido falar dos referidos livros e que conhecia o teor deles contou que na empresa onde trabalha, praticamente todas as colegas andavam a ler, ou melhor a devorar esses livros e que ele agora sempre que olhava para elas para as colegas com ar certinho e algumas até "caretas" de imediato pensava que o que elas gostavam mesmo era de apanhar, de levar uns "tapas na bunda" e umas chicotadas ou seja passou a vê-las de uma forma completamente diferente...(tudo isto dito no meio de gargalhadas)  eu tentei refutar a teoria, dizendo que os livros não são só sobre isso mas confesso que achei piada e até admiti que ele tinha uma certa razão, pois da maneira que o mulherio suspira pelo Grey dá mesmo para pensar que queriam levar uns bons "tapas na bunda"!!!!!

3 Garotas tugas vs 4 Garotos brasucas

A conversa desenrola-se num bar em Ipanema (após os garotos terem esperado 2 horas pelas garotas)... (isto dava direito a outro post, mas para que fique registado não foi culpa nossa!!)
 
Puxo o assunto e pergunto, o que eles fazem quando querem paquerar uma garota?
 
Eu afirmo que gosto muito de um cavalheiro, um homem que nos abra a porta, que nos dê passagem, que pague a conta... que me faça sentir segura, e disse basicamente, gosto de ser cortejada (isto foi interpretado como uma palavra/acto do século XVIII, em fazer a corte...) Gosto de um homem que se distingue dos demais e que seja Homem... e claro, tive de explicar aos garotos o que é isso do  "cortejo" em palavras e atitudes actuais!
 
Ao que me respondem, isso não existe não!!! Aqui, o brasileiro chega, chegando...
 
É claro que aqui rendi-me e pensei, tudo seria muito mais simples com o "cheguei, chegando!!", que nós portugueses complicamos o que é tão simples... e lembrei-me imediatamente de um tuga que me é tão querido que em vez de ir para África (ver os leões, pumas e jaguares) ias era para o Brasil fazer um estágio...
 
No final da noite,
Amei o estilo despojado na forma de vestir, a forma de estar descontraída, a atitude simples e desprendida e o despretensiosismo na forma de ser do brasuca... (a linguagem lá é muito diferente da nossa... não falamos o mesmo português, eu entendia-os perfeitamente já o contrário não acontecia!)
 
E eles ficaram a saber, que afinal a mulher portuguesa não é "Bigududa não"!!! (a piada lá é o bigode e o bacalhau... chegou uma altura que tive de perguntar, afinal qual é o bigode a que se referem, o de cima ou o de baixo? tanto alarido por causa do bigode... fiquei confusa né?)
 
Na despedida, recebi o abraço mais apertado, sentido e amigo de um dos garotos (como se nos conhecessemos desde sempre)... "Foi Giro!" (expressão mais usada por nós que ninguém entendia)
 
O encontro deu-se porque a P. tinha conhecido o A. em Banguecoque e levaram os amigos atrás para um reencontro que deveria ser a dois... Foi gozo toda a noite, agora em brasileiro, foi zuar toda a noite porque gozar lá é outra coisa!!!


 

Se calhar eu é que tenho uma mente pequena...

Eu até achava que não, pensava que até tenho uma mente aberta, livre de preconceitos, não julgo ninguém assim como não admito que ninguém me julgue, mas ao ler esta notícia confesso que fiquei chocada, porque uma miúda de 15 anos ir viver para outro país com o namorado de 21 (que com essa idade já tem de ter alguma coisa na cabeça) acabar num hospital por ter tomado medicamentos para provocar um aborto, medicamentos esses comprados na net por 50 USD e pelos vistos tudo isto com o conhecimento da mãe da miúda, confesso que é um pouco demais para a minha cabeça, que pensava eu, era moderna...

E, aos poucos, os ratos saem da toca...


Ontem Portugal voltou aos mercados. A operação foi um êxito com a procura a exceder em muito a oferta. O pior parece já ter passado. Ontem foi também o dia em que os ganatos do Sócrates se juntaram para derrubar o Tozé... E D. Sebastião prepara-se para regressar...

Ah! a dignidade política neste país!

Um dia...

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Ela é forte. Tem fibra e calo como mulher do Norte que é. Cresceu com as amarguras da vida. Caiu, levantou-se, tornou a cair, uma e outra vez, nunca se deixou ficar no chão. Traz em si as marcas de todas as quedas. São mais que meras nódoas negras, são cicatrizes profundas que rasgaram a alma. Carrega-as em segredo. Esconde-as. Ninguém gosta de cicatrizes, poucos as entendem. Entre a carne e a sua alma há um fosso intransponível, cavado pelas desilusões, pela dor, pela vida. Mostra ser a pessoa que as suas circunstâncias a obrigaram mas, esconde uma parte importante do que é. Quer acreditar, confiar, dar a mão mas, a memória não permite. Dizem que se substituirmos o frio aço de um elefante acorrentado por um simples cordel, ele não o rebenta, pois recorda-se apenas que está acorrentado e que são vãs as suas tentativas. Ela é um elefante acorrentada às memórias, ao medo. Um dia vai perceber que o que a amarra é apenas um cordel. Um dia vai permitir-se ser feliz...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Amor de perdição!

O que me custa deixar-vos sozinhos logo pela manhã, anseio sentir-vos todas as noites meus ricos lençóis!