sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Ser moníssima é...

 
 
é ter alegria de viver, gargalhar bem alto, rir da situação, rir de nós próprios, rir dos outros, não por escárnio ou gozo mas, porque acreditamos ser a melhor forma de encarar a vida. É ser um pouco criança,  rir da situação mais estapafúrdia e da mais inocente com a mesma intensidade. Ser monissima é não deixar transparecer as preocupações, é acreditar que a vida é demasiado curta para ser levada a sério, é aproveitar os momentos entre amigos para lavar a alma com sonoras gargalhadas, com teorias surrealistas que desencadeiam risos constantes. Há quem não compreenda esta forma de estar. Há uma franja de gente complexada que, de cada vez que ouve alguém rir, pensa imediatamente que estão a rir-se dela. Outros há que reconhecem a alegria genuína e partilham-na. Nós, monísimas tínhamos já a noção de que somos intimidantes, ao que parece é mais fácil socializar com pessoas menos animadas. Há ainda muito medo do riso.  Isto a propósito de duas situações que se passaram nos útimos dias. Primeiro, por um cigano a vender óculos Raibani que, apesar de dizermos que não estavamos interessadas,  insistiu em seguir-nos até ao carro e a meter conversa, já com o intuito comercial secundarizado. Respondemos com boa disposição, até surgir um outro que começou a distribuir insultos gratitutamente. Entre bimbas, fufas e pedófilas, levamos com tudo, além da ameaça de nos roubar, só porque merecíamos este castigo. Claro que, este chorrilho de insultos, não nos abalaram minimamente, aliás só contribuíram para aumentar a boa disposição, e irritar ainda mais o imbecil. Numa outra situação, na Quinta dos Lóridos, uma família ao ouvir as nossas gargalhadas perguntou-nos imediatamente de que zona do Norte éramos. Metemos conversa, disseram-nos que iam picnicar e convidaram-nos a almoçar com eles. Duas posturas diferentes, duas formas distintas de encarar a nossa boa disposição. Quando estamos juntas não passamos despercebidas, é facto, o que não quer dizer que estejamos a ser bully (claro que, se estiveres de leggins brancas, mini jupe amarela, camisa às flores e casaco às riscas, é bem possível que estejamos a rir-nos de ti...). Se, algum dia te cruzares com 4 ou 5 gajas super bem dispostas, que não têm problemas em rir e falar alto, não temas, junta-te à festa, paga um copo e recebe uma dose de boa disposição. (se fores tão frustrado ao ponto de não suportar o riso, escusas de nos ofender porque, isso só vai fazer-nos rir mais)...



Oh não hoje é Sexta-feira...

E hoje chegou a sexta-feira que eu não ansiava, o último dia de ferias!!!
Bom o melhor é aproveitar enquanto dura e queimar os últimos cartuchos..

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Coisas da Mona XI

 
Hoje sonhei que te beijava!
Sinto um desejo incomensurável de o fazer.
Será que posso?

Tou xim....

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Há vida para além dos telemóveis. Ainda me recordo como era, afinal não vai assim há tanto tempo. Há dias  uns amigos diziam-me que não saberiam viver sem telemóvel, que este é já um prolongamento do seu corpo e, mais depressa abdicariam de um dedo que do telemóvel. É impossível descrever o tamanho do meu espanto perante tamanha idiotice. Disseram-me que também eu era dependente deste aparelho, apenas não estava consciente, argumentaram que também eu não conseguiria passar mais de dois dias sem telemóvel sem sentir ansiedade, palpitações, e que, à semelhança de 90% da população ocidental, eu era também uma viciada em telemóvel. Continuei a achar que era uma imbecilidade.

Fizeram-me, então, um pequeno teste para quantificar a minha dependência do dito cujo:

1. Levas o telemóvel para a casa de banho?
2. Levas o telemóvel para fazer desporto?
3. Dormes com o telemóvel ao lado?
4. Pões o telemóvel em cima da mesa durante as refeições? Atendes se tocar?
5. Pedes para carregar o telemóvel em estabelecimentos públicos quando estás sem bateria?
6. Baptizaste o teu telemóvel?
7. Estás a 2km de casa e reparas que te esqueceste do telemóvel, voltas para trás?
8. Consultas o telemóvel a cada 30 minutos?
9. Invejas os telemóveis de outras pessoas?
10. Quando conheces alguém pedes logo o número de telemóvel?

Ditavam as regras que 5 ou mais respostas afirmativas fariam oficialmente de mim uma junkie dos telemóveis. Acontece que a menina aqui não é de facto uma agarrada e respondeu, honestamente, a todas as questões com uma nega. O que me tranquiliza pois, no caso de um apocalipse, tenho espaço mental para me preocupar em sobreviver, ao invés de lutar contra a síndrome da abstinência...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

E também desta Senhora...



Frémito do meu corpo a procurar-te, 
Febre das minhas mãos na tua pele 

Que cheira a âmbar, a baunilha e a mel, 

Doído anseio dos meus braços a abraçar-te, 

Olhos buscando os teus por toda a parte, 

Sede de beijos, amargor de fel, 

Estonteante fome, áspera e cruel, 

Que nada existe que a mitigue e a farte! 
E vejo-te tão longe! Sinto tua alma 

Junto da minha, uma lagoa calma, 

A dizer-me, a cantar que não me amas... 

E o meu coração que tu não sentes, 

Vai boiando ao acaso das correntes, 

Esquife negro sobre um mar de chamas... 


Florbela Espanca

Não há como não gostar deste senhor....



Amar dentro do peito uma donzella;
Jurar-lhe pelos céus a fé mais pura;
Fallar-lhe, conseguindo alta ventura,
Depois da meia-noite na janella:

Fazel-a vir abaixo, e com cautela
Sentir abrir a porta, que murmura;
Entrar pé ante pé, e com ternura
Apertal-a nos braços casta e bella:

Beijar-lhe os vergonhosos, lindos olhos,
E a bocca, com prazer o mais jucundo,
Apalpar-lhe de leve os dois pimpolhos:
 
Vel-a rendida emfim a Amor fecundo;
Dictoso levantar-lhe os brancos folhos;
É este o maior gosto que ha no mundo.
 
Manuel Maria Barbosa du Bocage

Ele diz que nos enrabaram... e com uma pistola....

 
 
No dia 14 de Agosto, Juan José Millás publicou, na secção de cultura do jornal El Pais, uma crónica que rapidamente se tornou viral em Espanha sendo mesmo o artigo mais lido de sempre do jornal espanhol. Juan José Millás é escritor, e socialista. Tem uma visão prática da economia. Afinal a economia não é assim tão complicada, eles é que a complicam, misturando-a com as finanças e contaminando-a com manobras de engenharia, para que continuem a roubar impunemente. Dá uma explicação básica, usa uma linguagem familiar e perceptível ao comum dos leitores e, sem rodeios, floreados ou grandes teorias de economia política, expõe o problema como ele é. Dirão que a realidade não é tão simples mas, a verdade é que, e nisto concordo a 100% com Juan José, a politica tem de se alforriar da economia. E nós temos de nos livrar do cano que nos enfiaram no cu...
 
(nota: na minha terra, quando queremos desejar algo de mau a alguém, diz-se que lhe devia nascer um castanheiro no cu, ao invés de desejar o cano da pistola mas, sempre fomos mais pacifistas que nuestros hermanos...)
 
O cano de uma pistola pelo cu

Se percebemos bem - e não é fácil, porque somos um bocado tontos -, a economia financeira é a economia real do senhor feudal sobre o servo, do amo sobre o escravo, da metrópole sobre a colónia, do capitalista manchesteriano sobre o trabalhador explorado. A economia financeira é o inimigo da classe da economia real, com a qual brinca como um porco ocidental com corpo de criança num bordel asiático. Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de sequer ser semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tu saibas da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que durante esse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer.
Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas - e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.
Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra geralmente é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita à meia-noite. Um país que, da perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.
A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional: o tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe todo o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para uma competição. Nada disso conta para a economia financeira ou para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país - este, por acaso -, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.
Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública - onde estas ainda existem - os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, mais simplesmente, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto lê estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres.
E não são desviados num movimento racional, justo ou legítimo, são-no num movimento especulativo promovido por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro.
Tu e eu, com a nossa febre, os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámo-nos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.
A ti e a mim, estão a pôr nos carris do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que passam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até ganham, e porque há atrás deles importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.
A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos certos. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam dos gráficos.
Aqui se modifica o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém resolva o problema, ou mais, enviando as autoridades para cima de quem tenta fazê-lo. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um esquema legalmente permitido, um produto financeiro, ou seja, um objeto irreal no qual tu investiste, na melhor das hipóteses, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumaça, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.
Na economia real, para que uma alface nasça, há que semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, há que a colher, claro, e embalar e distribuir e faturar a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora nos são retirados porque a economia financeira tropeçou e há que tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está nele, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passo a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.
Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos.

retirado de: Dinheiro Vivo

domingo, 26 de agosto de 2012

Reunião de Moníssimas...

Hoje ao fim do dia, houve reunião de moníssimas para visionar e escolher algumas fotos das férias que serão publicadas aqui no blog, a anfitriã desta vez fui eu, e preparei um lanche ajantarado com algumas iguarias para receber as queridas Moníssimas no meu modesto lar.








Patê de atum com tostas, Bruschettas de tomate à minha maneira, queijo, azeitonas e batatas fritas, para beber, uma refrescante limonada.
A sobremesa não fotografei, pois consistia em restos da festa de aniversário do meu irmão, mas posso adiantar que incluía bolo de bolacha e bolo de chocolate. 

sábado, 25 de agosto de 2012

The Eagle has landed...






"I believe every human has a finite number of heartbeats. I don't intend to waste any of mine."


"Pilots take no special joy in walking. Pilots like flying."
 
 
 
"Well, I think we tried very hard not to be overconfident, because when you get overconfident, that's when something snaps up and bites you."



"This is one small step for a man, one giant leap for mankind."


 
"Here men from the planet Earth first set foot upon the Moon. July 1969 AD. We came in peace for all mankind."

 
"It suddenly struck me that that tiny pea, pretty and blue, was the Earth. I put up my thumb and shut one eye, and my thumb blotted out the planet Earth. I didn't feel like a giant. I felt very, very small."


"It's a brilliant surface in that sunlight. The horizon seems quite close to you because the curvature is so much more pronounced than here on earth. It's an interesting place to be. I recommend it. "


 
 
"The important achievement of Apollo was demonstrating that humanity is not forever chained to this planet and our visions go rather further than that and our opportunities are unlimited."
 
 
 
"Houston, Tranquillity Base here. The Eagle has landed."

Percebes que se calhar não estás no teu melhor quando...

ao pôr o pé em solo lisboeta, a primeira abordagem que te fazem é para te oferecer coca e haxe...

Parabéns Maninho!!!

Hoje o meu maninho mais novo faz anos, faz 27 anos, e porque é o meu maninho querido, embora às vezes me dê cabo da paciência, eu quero aqui deixar uma mensagem para ele, sim porque embora ele não admita, ele é um leitor assíduo e até fã do nosso blogue!!
Lembro-me bem de a minha mãe estar grávida dele, e desde o primeiro momento eu lhe dizer que era um mano que vinha a caminho, e logo lhe escolhi o nome, foi o nome do meu ídolo da altura o George Michael, por isso o meu mano chama-se Jorge Miguel, e fica sempre embaraçado quando eu conto esta história e eu não resisto a contar-la  vezes sem conta... Lembro-me do dia em que nasceu, um Domingo, lembro-me que eu e os meus outros dois irmãos fomos dormir em casa da minha tia, com os meus primos, e lembro-me do meu pai chegar lá e dizer todo contente que era um rapaz. Passados 27 anos ele é um Homem, de quem eu tenho muito orgulho em ser irmã, em muitos aspectos somos parecidos, acho até que ele é o mais parecido comigo dos meus irmãos, temos o mesmo tipo de humor sarcástico e acutilante, o mesmo tipo de raciocínio, tanto que por vezes só com um olhar entendemos-nos, principalmente se for para dificultar a vida á Mona, e a mesma dificuldade em partilhar sentimentos, a mesma introspecção, a mesma timidez com quem não temos intimidade. Quando nasceu, para mim era como um boneco com quem eu brincava e fazia de mãe dele, hoje em dia é um homem feito, integro, honesto e que respeita  todos à sua volta, já o disse e volto a dizer, tenho muito orgulho em tê-lo como irmão.
Por isso, hoje maninho é o teu dia, Muitos Parabéns!!!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

ausência...



Num deserto sem água
Numa noite sem lua
Num país sem nome
Ou numa terra nua




Por maior que seja o desespero
Nenhuma ausência é mais funda do que a tua


                                                                                              

                                                                    Sophia de Mello Breyner Andresen

Descobri que sou uma púdica...

Hoje, ao preparar-nos para ir jantar, vesti uma blusa em tecido crepe florido um pouco transparente, a sugerir o sutiã. Assaltada por algumas dúvidas perguntei à Miss Smile se não estaria demasiado transparente e se achava melhor vestir um top interior, Miss Smile analisou, viu de diversos ângulos e concluiu que era decente, eis senão quando, aparece a Gija, toda gaiteira, numa blusa toda ela rendada, onde o sutiã não era sugerido, era mostrado... Eu e a Miss Smile trocamos um olhar e desatamos numa gargalhada. E assim fui rotulada de púdica...

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

As Monas foderam-me a máquina e agora?



As toalhinhas de praia das moníssimas ficaram retidas na minha casa, mais exactamente na máquina de lavar roupa que pifou... completamente. Não abre, não liga, não dá sinal de vida! Ora fodasse...

Ouvi dizer que anda por aí uma blogger "muito" famosa a distribruir electrodomésticos com um passatempo da Worten... mas infelizmente não tenho sorte nessas merdas. Resta-me esperar que a senhoria compreenda a situação... porque as moníssimas não possuem o toque de Midas, pelo contrário, tudo que tocam, fodem!

P.S. Ontem lá foram elas (Gja, Miss S e Miss Smile) comprar toalhas novas porque não queriam ir para o próximo destino, a Comporta, de manta tipo carpete... não era fino! (Eu até acho que seria bem vanguardista!)

Chinelos serão sempre chinelos...




As havaianas comemoram este ano o seu 50º aniversário! É notável que uma empresa subsista, no mercado, durante 50 anos mas, é ainda mais notável a capacidade que esta marca teve para se reinventar e passar de chinelo de pobre a marca de culto, super-hiper fashion. Conheço as havaianas desde que me conheço. Toda a vida as usei e sempre tive bastantes, vicissitudes de quem tem muita família no Brasil. Sempre que me ligavam a perguntar o que queria de prenda a resposta era a mesma, biquínis e havaianas. Respondiam-me sempre que isso era chinelo de favelado e que não valia nada. A minha rendição à marca é muito anterior à revolução fashion, sempre a preferi por duas razões muito práticas: porque não escorregam (mesmo nos penedos) e porque não se desencaixam, nada pior que ir a andar e o chinelo ficar para trás. Confesso que tenho alguma resistência em aceitar as havaianas como um acessório so fashion. Por estes dias, que o meu destino é a praia, é sem dúvida o meu calçado de eleição mas, confesso que não gosto de ver havaianas em ambientes menos descontraídos. Sair à noite de havaianas não pode ser fashion, mesmo que estas já não custem 3 reais. Ver uma pessoa, homem ou mulher, que até despendeu algum tempo e cuidado a arranjar-se (mesmo que o resultado não seja o melhor) de chinelos no pé não me parece nada bem. Por muito glamour que a marca tenha, não deixaram de ser uns chinelos...

Pingo Doce... é tão bom!!!

 
No momento em que mais uma vez "toda a gente" fala mal ou está indignado com as medidas anunciadas ontem pelo Pingo Doce, as Moníssimas, como de costume, remam contra a maré, e deliciam-se com verdadeiros momentos de luxo graças ao Pingo Doce. (Ai, Ai que maravilha)
 
Relativamente a esta notícia parece que o Pingo Doce já não será o único a pensar assim, e se querem reclamar, deveriam fazê-lo com estes chupistas (preocupados com o bem estar das famílias, pois pois!!!).

Obrigada Moninha...

Ontem foi dia das Monissimas serem presenteadas com um belo jantar no cantinho da Mona. As fotos falam por si...






Porque férias não é só sinónimo de litoral...