sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Do assédio feminino....

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Há dias, em conversa com um conhecido meu, ele contava-me dos constantes assédios a que está sujeito. O tema divertiu-me imenso e, mostrou-me uma realidade que, confesso desconhecia. Nas palavras dele, o mulherio anda em guerra para agarrar um exemplar masculino antes que os poucos disponíveis acabem. E pelo vistos vale tudo, insultar e agredir a possível concorrência, prometer o impossível, abordagens agressivas, oferecer bónus de cliente permanente a visitantes de primeira vez... Toda esta batalha que, em não raros momentos muito o constrange, deixou-lhe também uma impressão muito má das mulheres e ele, não tem qualquer pejo, em rotulá-las como demasiado oferecidas, logo não indicadas para... Eu tentei defender as mulheres, afinal todos devem lutar por aquilo que desejam mas, confesso que neste assunto estou em cima do muro, sem saber para que lado pender. Se por um lado, admiro a coragem das mulheres que tomam a iniciativa, pois é uma coragem que não possuo, por outro, não posso deixar de achar demasiado os métodos utilizados. Hã e aquela frase feita do :"que é que se passa contigo? és gay?" só porque ele não está interessado não cai nada bem, soa a desespero puro. A verdade é que é difícil ser mulher, em qualquer aspecto, estamos sempre condenadas ao escrutínio social, é o chamado presa por ter cão e presa por não ter. Sou uma mulher decidida (embora deteste tomar decisões) e prática em todos os aspectos da vida, menos no amoroso - constrangimentos da educação que tive, talvez. Não tomo iniciativas  por isso, admiro as mulheres que sabem o que querem e fazem acontecer e não acho que sejam oferecidas, são, isso sim, determinadas. Claro, excluo aqui alguns exemplos que me foram dados e que revelo apenas que continham um parque de estacionamento de uma discoteca, o capô de um Mercedes e o verbo possuir... Na conquista, como em quase tudo na vida, o melhor é mesmo o equilíbrio, o tão desejado q.b.. Um sorriso, um toque ao de leve, um cumprimento mais amistoso e deixá-lo guiar a dança. Porque, pelos vistos, o feminismo ainda não é totalmente aceite na primária relação macho/fêmea.

E relaxem mulheres que os homens não acabam, eles são recicláveis... Mas, se estiverem mesmo aflitas podem sempre emigrar para o Alaska, ou para a China...

3 comentários:

Gija disse...

Sim, MIss S subscrevo este teu post na integra...

Salvador disse...

Alentejo! Emigrem é para o Alentejo... rsrsr

Eduardo Hürst disse...

Eu na minha opinião acho mulher oferecida ' passável'. Explico: qdo se quer algo sério, uma garota pra se namorar, querer ter uma relação, nenhum cara vai ser à fim de uma menina que já andou com Deus, mundos e fundos... E homem que falar q isso é besteira, esta mentindo.
No fundo, a cartilha que reza é a da moral e costumes antigos, aliados à uma modernidade ' ponderada'.
Mulher atirada mete medo da gente ter algo. E tenho dito...
:P