quinta-feira, 4 de outubro de 2012

seems like 16 again....


 
 
 
Esta música está entre as minhas preferidas de todos os tempo. Ouço-a desde os 14 anos e hoje tem ainda mais significado. Editada em 1995, faz parte do álbum Mellon Collie and the Infinite Sadness (um dos meus álbuns preferidos) dos Smashing Pumpkins (uma das minhas bandas preferidas também).  Billy Corgan, diz que a inspiração para esta música veio num dia chuvoso, enquanto esperava junto a um semáforo vermelho. Para Corgan esta música  traduz aquela sensação de que algo está para acontecer, que ainda não é o momento mas, que sabemos que estar quase. Fala-nos da juventude, do sentimento de invencibilidade, de podermos tudo, da ideia que seremos jovens para sempre, que nada é impossível, das esperanças que acalentámos, apesar de o futuro ser incerto. É um hino aos adolescentes,  tem o mesmo efeito nestes que a poção mágica no Asterix, ou os espinafres no Poppey. O título 1979 não é inocente, foi editada em 1995 para aqueles que na alturam teriam 16 anos. Mas, para quem ouve esta música, os efeitos secundários não terminam com a fase das borbulhas. A esperança, a força, a coragem são renovadas a cada vez que a ouvimos. Mesmo hoje, em que o futuro não se apresenta nada promissor, estes acordes, esta composição, renovam-nos as esperanças...
 
Shakedown 1979, cool kids never have the time
On a live wire right up off the street
You and I should meet
Junebug skipping like a stone
Headlights pointed at the dawn
We were sure we’d never see an end to it all
And I don’t even care to shake these zipper blues
And we don’t know
Just where our bones will rest
To dust I guess
Forgotten and absorbed into the earth below
Double cross the vacant and the bored
They’re not sure just what we have in the store
Morphine city slippin dues down to see
That we don’t even care as restless as we are
We feel the pull in the land of a thousand guilts
And poured cement, lamented and assured
To the lights and towns below
Faster than the speed of sound
Faster than we thought we’d go, beneath the sound of hope
Justine never knew the rules,
Hung down with the freaks and the ghouls
No apologies ever need be made, I know you better than you fake it
To see that we don’t even care to shake these zipper blues
And we don’t know just where our bones will rest
To dust I guess
Forgotten and absorbed into the earth below
The street heats the urgency of sound
As you can see there’s no one around

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