segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O mesmo é válido para os machos...

 
 
 
Ontem dei por mim colada a olhar para o rabo dele, enquanto lutava contra uma vontade incomensurável de o agarrar... Só para saber se era pequeno como parece, se era um falso magro, ou para sentir aquela rigeza que sei que a tem, mesmo sem lhe ter tocado!
 
Desgraçada de mim que aos 15 era a maior apalpadora de rabos ... e agora desespero.
 

I want and I need U...



(roubado da net...)

2 dias para 12 meses...

 
que passaram muito rápido...
que fomos felizes...
fodidas... (mas pouco)
de amizade...
de partilha...
de bons e maus momentos...
de devaneios...
de surpresas...
 de carências...
 de afectos...
de nós... tão simplesmente nós!
 
moníssimas
 
 
(A Mona quer festa e champagne pode ser?)
 

Coisas da Mona XXXII



O problema é que eu quero tanta coisa...

A importância do intervalo!!!

A final do Superbowl, deve ser o único evento no mundo em que o intervalo é melhor que o evento em si!!
E este ano teve Beyonce e até as Destiny's Child juntas de novo !!!


Painting & Poetry

Wassily Kandinsky

Não posso adiar o amor para outro século 
não posso 
ainda que o grito sufoque na garganta 
ainda que o ódio estale e crepite e arda 
sob montanhas cinzentas 
e montanhas cinzentas 

Não posso adiar este abraço 
que é uma arma de dois gumes 
amor e ódio 

Não posso adiar 
ainda que a noite pese séculos sobre as costas 
e a aurora indecisa demore 
não posso adiar para outro século a minha vida 
nem o meu amor 
nem o meu grito de libertação 

Não posso adiar o coração 

António Ramos Rosa

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Sabes que és fundamentalista...


quando te encantas por uma camisola, experimentas, gostas de como te fica, estás a  pagar e, de repente reparas que o estampado são duas águias. Como águias?! Pedes desculpa, desistes da compra a abandonas a loja sem olhar para trás.

 Eu, de águia ao peito?!! Pois... Antes um colete à Hezbollah...

Corta Tesão




O que mais gosto nesta foto é mesmo o ursinho ali a espreitar....

Why is our brain bigger than our heart???

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O exemplo dos outros são apenas exemplos, nunca lições...


Em 2011, Bronnie Ware, uma enfermeira americana que trabalhava com doentes terminais, publicou, no seu blog, um texto sobre os maiores arrependimentos daqueles que estão perante a morte. (Texto esse que deu, mais tarde, origem a um livro.)  A relação que cultivava com os seus pacientes, as conversas que com eles travava, as verdades que lhes via nos olhos, os momentos que comungavam apesar da dor e do medo, permitiram-lhe elaborar esta lista. 

Estes são os cinco arrependimentos mais comummente citados:



1. I wish I'd had the courage to live a life true to myself, not the life others expected of me. 

2. I wish I didn't work so hard. 

3. I wish I'd had the courage to express my feelings.

4. I wish I had stayed in touch with my friends. 

5. I wish that I had let myself be happier. 



O budismo aconselha a pensar pelo menos três vezes ao dia na morte pois, só assim podemos viver e morrer melhor. A verdade é que a morte é uma inevitabilidade que não encaramos. Adiar para a amanhã é ter a audácia de acreditar que somos imortais pois, quem garante que há um amanhã?
Da lista acima há dois arrependimentos que me despertam, o terceiro, que já nutro, e o quinto que temo. Como qualquer mortal saudável, tenho a ousadia de pensar que terei tempo para redimir, para aproveitar, para recuperar o tempo perdido. A verdade é que, o tempo é algo de irrecuperável e todos nós o sabemos.  Como sabemos que cada bala que desperdiçamos é uma oportunidade perdida, pois na vida não há lugar a reload. Mas isso faz-nos agir de forma diferente? Faz-nos sair por aí a gritar amo-te a todos aqueles a quem nunca o dissemos? faz-nos largar tudo para procurar a felicidade? faz-nos deixar de nos importar com os outros? ou procurar aquele amigo que já não vemos há anos? Nunca o ser humano aprendeu pelos erros dos outros. O conhecimento pressupõe uma dose de sofrimento. Estes testemunhos são uma herança preciosa, fazem-nos pensar, analisar a nossa vida, fazer um balanço mas, não nos impedem de cometer os mesmos erros. A morte nunca me assustou (a minha pelo menos), talvez porque nunca pensei nela da forma que um doente terminal a vê (apesar de todos nós sermos terminais): como um fantasma que paira caprichosamente no ar. Assusta-me a dor e, é este medo que me condiciona e que, me leva(rá) a alguns destes arrependimentos. Porque a morte é momentânea mas, a dor é constante.  


 Post original aqui

Músicas que mexem comigo#41

Coldplay
'Till Kingdom Come




Tão perfeita na sua simplicidade!!!